Líderes europeus se reuniram em Kiev e deram um ultimato a Vladimir Putin: ele deve aceitar um cessar-fogo incondicional de 30 dias até segunda-feira, ou a Rússia enfrentará novas sanções. Durante o encontro, que contou com a presença de figuras como Emmanuel Macron e Donald Tusk, os líderes prestaram homenagem aos mortos na guerra e discutiram apoio à Ucrânia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que está pronto para implementar a trégua, mas não acredita que Putin a respeitará. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, criticou as declarações dos europeus e disse que a pressão é inútil. Putin, por sua vez, afirmou que a Rússia já fez propostas de cessar-fogo e sugeriu negociações diretas em Istambul em cinco dias.
Líderes europeus se reuniram em Kiev neste sábado (10) e exigiram que a Rússia aceite um cessar-fogo incondicional de 30 dias até segunda-feira (12). Caso contrário, novas sanções serão impostas. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou estar pronto para implementar a trégua.
Durante a visita, os líderes prestaram homenagem aos soldados e civis mortos na guerra, que já dura mais de três anos. Participaram da reunião o presidente francês, Emmanuel Macron, o novo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk. Eles também se conectaram por videoconferência com líderes de outros países, incluindo a primeira-ministra da Itália e o novo primeiro-ministro canadense.
O ultimato foi claro: se Vladimir Putin não aceitar a proposta até segunda-feira, os aliados da Ucrânia adotarão sanções mais severas. Além disso, haverá um aumento no apoio financeiro para a defesa ucraniana. Zelensky considerou o acordo um passo importante, mas expressou ceticismo sobre o respeito de Putin à trégua.
Em resposta, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, acusou os líderes europeus de contradições e afirmou que a pressão sobre a Rússia é inútil. À noite, Putin declarou que a Rússia já havia tomado iniciativas de cessar-fogo, mas que a Ucrânia não respondeu. O presidente russo sugeriu que negociações diretas ocorram em Istambul, na Turquia, dentro de cinco dias.
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