O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que é um “sinal positivo” que a Rússia esteja pensando em encerrar a guerra, mas destacou que o primeiro passo deve ser um cessar-fogo. Ele comentou que o mundo espera por isso há muito tempo. O presidente russo, Vladimir Putin, propôs negociações diretas em Istambul para discutir um cessar-fogo, após pressão de líderes europeus que pediram um cessar-fogo incondicional de 30 dias. Putin afirmou que quer realizar conversas sérias para resolver o conflito e que não exclui a possibilidade de um novo tipo de cessar-fogo. Ele também mencionou que é necessário parar com as ameaças e a retórica contra a Rússia. As queixas de Putin sobre a Ucrânia e o Ocidente foram usadas para justificar a invasão em 2022, incluindo a necessidade de “desnazificar” a Ucrânia e proteger os falantes de russo.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou neste domingo que vê como um sinal positivo a disposição da Rússia em considerar o fim da guerra. Ele destacou que o primeiro passo para a paz deve ser um compromisso com um cessar-fogo. Zelensky afirmou que o mundo espera por essa decisão há muito tempo.
A declaração de Zelensky ocorreu após o presidente da Rússia, Vladimir Putin, propor negociações diretas em Istambul, na Turquia, para discutir um cessar-fogo. As conversas estão agendadas para o dia 15 de maio. A proposta de Putin surge após pressão de líderes europeus, que pediram um cessar-fogo incondicional por trinta dias.
Putin enfatizou a intenção de realizar negociações sérias para abordar as causas do conflito. Ele não mencionou o ultimato feito por líderes da Alemanha, França, Polônia e Reino Unido, que ameaçaram novas sanções e mais apoio militar à Ucrânia caso a Rússia não aceitasse a proposta.
As conversas diretas entre negociadores russos e ucranianos já ocorreram em Istambul no início do conflito, mas não resultaram em um acordo duradouro. Putin também afirmou que pretende contatar o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, para ajudar na organização das negociações.
O presidente russo mencionou que é necessário acabar com os ultimatos e a retórica antirrussa da Europa. Suas referências às “raízes do conflito” incluem queixas sobre a necessidade de “desnazificação” da Ucrânia e a proteção de falantes de russo no leste do país.
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