Taiwan testou pela primeira vez um novo sistema de foguetes fornecido pelos Estados Unidos, chamado HIMARS, que já foi usado pela Ucrânia na guerra contra a Rússia. Esse sistema pode ser usado para atacar alvos na China em caso de conflito. Taiwan comprou 29 unidades do HIMARS, com o primeiro lote recebido no ano passado e o restante previsto para chegar até o próximo ano. Os foguetes têm um alcance de cerca de 300 quilômetros, permitindo atingir a costa da província chinesa de Fujian. O teste foi realizado por uma equipe militar treinada pelos EUA em uma base na costa do Pacífico, e representantes da fabricante estavam presentes para ajudar. O teste ocorreu logo após a China realizar uma patrulha militar próxima a Taiwan, aumentando as tensões na região. O governo de Taiwan, que é democraticamente eleito, rejeita as reivindicações de soberania da China e afirma que apenas o povo da ilha pode decidir seu futuro.
Taiwan testou, nesta segunda-feira (12), o sistema de foguetes HIMARS (Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade), fornecido pelos Estados Unidos. Este é o primeiro teste do armamento, que tem sido utilizado pela Ucrânia na guerra contra a Rússia. O HIMARS pode ser empregado em um eventual conflito com a China, que reivindica a soberania sobre a ilha.
O teste ocorreu na base de Jiupeng, em Pingtung, e foi realizado por uma equipe militar treinada pelos EUA. Taiwan adquiriu 29 unidades do HIMARS, com o primeiro lote de 11 sistemas recebido no ano passado. O restante deve chegar até o próximo ano. Com um alcance de cerca de 300 quilômetros, os foguetes podem atingir alvos na costa da província chinesa de Fujian, do outro lado do estreito de Taiwan.
O oficial Ho Hsiang-yih afirmou que a presença de funcionários da Lockheed Martin, fabricante do sistema, no local foi para resolver possíveis problemas. Ele destacou que o disparo demonstra a determinação das Forças Armadas de Taiwan em proteger a segurança do país.
O teste do HIMARS ocorreu um dia após Taiwan relatar uma nova “patrulha conjunta de prontidão para combate” do Exército chinês nas proximidades da ilha, envolvendo aviões e navios de guerra. O governo de Taiwan, democraticamente eleito, rejeita as reivindicações de soberania da China, afirmando que apenas o povo da ilha pode decidir seu futuro.
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