O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país está aberto a continuar as negociações sobre seu programa nuclear com os Estados Unidos, mas não abrirá mão de seus direitos nucleares. Ele destacou que o Irã não teme ameaças e que as negociações estão em um nível avançado, embora o enriquecimento de urânio ainda seja um grande obstáculo. Recentemente, houve uma reunião em Istambul com representantes da Alemanha, França e Reino Unido para discutir o progresso das negociações. O Irã enriquece urânio a 60%, muito acima do limite de 3,67% estabelecido em 2015, e os EUA, sob a administração de Donald Trump, retomaram a política de pressão máxima, ameaçando ações militares se um acordo não for alcançado. O Irã insiste que seu programa nuclear é para fins civis e não quer discutir seu programa de mísseis. Em troca de compromissos, o Irã exige a retirada imediata das sanções econômicas que afetam sua economia.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste sábado que o país está disposto a continuar as negociações com os Estados Unidos sobre seu programa nuclear, mas não abrirá mão de seus direitos. Durante um discurso para autoridades da Marinha, Pezeshkian declarou: “Estamos negociando e não atrás de guerra, mas não tememos nenhuma ameaça.” Ele enfatizou que o Irã não se renderá a pressões externas.
Recentemente, uma reunião em Istambul com potências europeias, incluindo Alemanha, França e Reino Unido, discutiu o avanço das negociações. As partes estão tentando chegar a um acordo sobre os detalhes do programa nuclear, embora o enriquecimento de urânio continue sendo um grande obstáculo. O Irã atualmente enriquece urânio a 60%, bem acima do limite de 3,67% estabelecido no acordo de 2015.
Na última rodada de negociações, realizada em Omã, os EUA e o Irã discutiram formas de conter as ambições nucleares de Teerã. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou que “algo ruim vai acontecer” se o Irã não agir rapidamente. O secretário de Estado, Marco Rubio, se reuniu com assessores europeus para abordar tanto o programa nuclear iraniano quanto a situação na Ucrânia.
O Irã, que afirma que seu programa nuclear é de natureza civil, não pretende renunciar ao enriquecimento de urânio. Em troca de compromissos, como permitir inspeções internacionais, o país exige a retirada imediata de todas as sanções que afetam sua economia. A situação permanece tensa, especialmente com as ameaças de Israel de atacar instalações nucleares iranianas, complicando ainda mais o cenário no Oriente Médio.
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