No dia 13 de maio, aconteceu em Pequim a 4ª Reunião Ministerial do Fórum China-CELAC, reunindo líderes de 28 países da América Latina e Caribe. O evento, que teve a presença do presidente chinês Xi Jinping e dos presidentes da Colômbia, Brasil e Chile, resultou na aprovação da Declaração de Beijing e de um Plano de Ação Conjunto com mais de cem projetos de cooperação e 20 medidas da China para apoiar o desenvolvimento da região. Xi Jinping anunciou cinco programas principais focados em solidariedade, desenvolvimento, civilização, paz e conectividade entre os povos. A China se comprometeu a convidar anualmente 300 representantes partidários da CELAC para intercâmbios e a cooperar em áreas como infraestrutura, agricultura, energia, 5G e inteligência artificial. Além disso, a China planeja aumentar a importação de produtos da América Latina e oferecer linhas de crédito em yuan, além de disponibilizar 3.500 bolsas de estudo e 10 mil vagas para capacitação. O presidente Lula destacou a importância do multilateralismo e a criação de um megamercado de 2 bilhões de pessoas, ressaltando que a parceria pode trazer crescimento e prosperidade. A reunião em Pequim foi um passo importante para fortalecer os laços entre a China e a América Latina e Caribe.
No dia 13 de maio, a 4ª Reunião Ministerial do Fórum China-CELAC ocorreu em Pequim, reunindo líderes de 28 países da América Latina e Caribe (ALC). O evento, que teve como tema “planificar juntos para o desenvolvimento e a revitalização”, contou com a presença do presidente chinês Xi Jinping e dos presidentes Gustavo Petro (Colômbia), Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil) e Gabriel Boric (Chile).
Durante a cúpula, foi aprovada a Declaração de Beijing e um Plano de Ação Conjunto que inclui mais de cem projetos de cooperação e 20 medidas da China para apoiar o desenvolvimento da ALC. O encontro também marcou o décimo aniversário do Fórum, enfatizando a importância da união entre China e ALC em tempos de desafios globais.
Projetos e Iniciativas
O presidente Xi Jinping anunciou o lançamento de cinco programas principais: Solidariedade, Desenvolvimento, Civilização, Paz e Conectividade entre Povos. Esses programas visam fortalecer a comunidade com futuro compartilhado entre a China e a ALC. Nos próximos três anos, a China se compromete a convidar anualmente 300 representantes partidários da CELAC para intercâmbios de experiências.
A cooperação se estenderá a áreas como infraestrutura, agricultura, energia, 5G e inteligência artificial. A China também planeja aumentar a importação de produtos da ALC e oferecer linhas de crédito em yuan. Além disso, serão disponibilizadas 3.500 bolsas de estudo e 10 mil vagas para capacitação na região.
Compromissos e Desafios
O presidente Lula destacou a importância do multilateralismo e a necessidade de rejeitar práticas protecionistas. Ele enfatizou que a parceria entre a China e a ALC pode criar um megamercado de 2 bilhões de pessoas, promovendo crescimento e prosperidade global. A cooperação, segundo Lula, deve superar desafios e fronteiras, contribuindo para uma ordem internacional mais justa.
A reunião em Pequim representa um passo significativo na construção de laços mais fortes entre a China e os países da ALC, refletindo um compromisso mútuo com o desenvolvimento e a estabilidade regional.
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