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Rússia intensifica críticas ao Reino Unido e expulsa diplomatas britânicos em Moscou

Rússia intensifica críticas ao Reino Unido, expulsando diplomatas e acusando Londres de ser o novo inimigo número um na guerra da Ucrânia.

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A Rússia está aumentando suas críticas ao Reino Unido, expulsando diplomatas britânicos acusados de espionagem e chamando Londres de seu novo inimigo número um. A agência de notícias Reuters informou que a Rússia acredita que o Reino Unido está fomentando a guerra na Ucrânia, assim como fez antes das duas Guerras Mundiais. O serviço de inteligência russo afirmou que Londres está agindo como um belicista global. Enquanto isso, a Rússia e os Estados Unidos estão conversando sobre o fim do conflito, mas a Rússia vê o Reino Unido tentando assumir a liderança no apoio à Ucrânia. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está disposto a enviar tropas para a Ucrânia, o que irrita Moscou. Em resposta às expulsões, o Reino Unido também convocou o embaixador russo e expulsou um diplomata russo. A Rússia tem criticado o Reino Unido por seu apoio à Ucrânia, lembrando que foi o primeiro a fornecer tanques e mísseis de longo alcance ao país. Políticos russos sugerem sanções contra empresas britânicas e afirmam que o Reino Unido está atacando seu território com mísseis ucranianos.

Enquanto a Rússia restabelece laços com os Estados Unidos, intensifica suas críticas ao Reino Unido, expulsando dois diplomatas britânicos acusados de espionagem. A agência de notícias Reuters informou que Moscou designou Londres como seu novo inimigo número um, após a expulsão e as acusações feitas por diplomatas russos.

As críticas começaram em 10 de maio, quando o Serviço de Inteligência Estrangeiro da Rússia (SVR) declarou que Londres age como a principal “belicista” global, semelhante ao período que precedeu as duas Guerras Mundiais. O SVR afirmou que é hora de expor as ações britânicas e enviar uma mensagem clara à “pérfida Albion”.

Historicamente, as críticas da Rússia se concentravam nos Estados Unidos, devido ao apoio a Kiev. Contudo, com o retorno de Donald Trump à presidência, essa dinâmica mudou. Enquanto Moscou e Washington dialogam sobre o fim da guerra, a Rússia acusa o Reino Unido de tentar assumir a liderança ocidental na defesa da Ucrânia.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, manifestou disposição para enviar tropas em uma possível força de manutenção de paz na Ucrânia, o que gerou descontentamento em Moscou. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, criticou Starmer por aumentar as tensões enquanto Trump busca acalmá-las.

Além das expulsões, o serviço de segurança interno da Rússia (FSB) acusou diplomatas britânicos de espionagem, alegações que Londres rejeitou. O Ministério das Relações Exteriores britânico convocou o embaixador russo em Londres e expulsou um diplomata russo em resposta.

A retórica contra Londres tem aumentado na mídia estatal russa, com colunistas afirmando que o Reino Unido busca sabotar os esforços para encerrar a guerra. Políticos russos, como o deputado Viacheslav Volodin, sugerem sanções contra empresas britânicas que possam reabrir após um acordo de paz.

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