Marituba, cidade vizinha de Belém, enfrenta problemas ambientais por causa de aterros e cemitérios que foram instalados para atender à capital. A prefeitura de Belém planeja construir um novo aterro em 2025, o que pode piorar a situação. A Noruega está pensando em reduzir sua delegação na COP-30, que acontecerá em Belém, devido aos altos preços e à falta de opções de hospedagem. O embaixador norueguês, Odd Magne Ruud, expressou preocupações sobre a capacidade da cidade de receber os visitantes e os altos custos, que podem dificultar a participação de representantes de outros países. Apesar do compromisso da Noruega com a conferência, a delegação pode ser ajustada para economizar. Outros países, como China, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido, também relataram problemas semelhantes ao governo brasileiro. Para resolver isso, o governo do Brasil, junto com o governo do Pará, está tentando aumentar as opções de hospedagem, incluindo reformas em hotéis e adaptações de escolas. A Noruega, que é o maior doador do Fundo Amazônia, já contribuiu com R$ 3,4 bilhões para projetos de preservação da floresta e destacou a importância de políticas que ajudem a controlar os preços de hospedagem durante a conferência.
A cidade de Marituba, localizada ao lado de Belém, enfrenta sérios problemas ambientais devido à instalação de aterros e cemitérios para atender à demanda da capital. A prefeitura de Belém anunciou planos para a construção de um novo aterro em 2025, o que pode agravar ainda mais a situação na região.
Recentemente, a Noruega manifestou a possibilidade de reduzir sua delegação na COP-30, que ocorrerá em Belém, devido aos altos custos e à escassez de opções de hospedagem. O embaixador norueguês no Brasil, Odd Magne Ruud, expressou preocupações sobre a capacidade de acolhimento da cidade e os preços elevados, que podem dificultar a participação de representantes de diversos países.
O embaixador destacou que, embora a Noruega esteja comprometida com a COP-30, a delegação poderá ser ajustada para minimizar os custos. Ruud enfatizou que a conferência é um marco para o Acordo de Paris, mas os altos preços de diárias e a limitação de hospedagem são questões que precisam ser abordadas.
As embaixadas de países como China, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido também relataram preocupações semelhantes ao Itamaraty. O governo brasileiro, em parceria com o governo do Pará, está buscando ampliar as opções de hospedagem, incluindo reformas em hotéis e adaptações de escolas para funcionarem como hostels.
A Noruega, que é o principal doador do Fundo Amazônia, já contribuiu com R$ 3,4 bilhões dos R$ 4,5 bilhões totalizados no fundo. Os recursos são destinados a projetos de preservação da floresta, como ações de combate ao desmatamento e queimadas. O embaixador reiterou a necessidade de políticas que ajudem a conter os preços de hospedagem e serviços durante a conferência, para garantir a presença de todos os interessados.
Entre na conversa da comunidade