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Rússia intensifica ataques aéreos com drones contra Ucrânia por terceira noite seguida

Rússia intensifica ofensiva com ataques aéreos, resultando em 12 mortes na Ucrânia. Reações internacionais se intensificam, incluindo críticas de Trump.

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A Rússia intensificou seus ataques à Ucrânia, lançando mais de 350 drones e nove mísseis em uma ofensiva que resultou em 12 mortes, incluindo três crianças. Os ataques ocorreram em várias cidades, como Zhytomyr e Odessa, onde um prédio residencial foi severamente danificado. O alerta de ataque aéreo foi emitido em Kiev por seis horas. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou Putin, chamando-o de “louco” e sugerindo novas sanções contra a Rússia. O Kremlin respondeu que as declarações de Trump refletem uma “sobrecarga emocional”. A situação continua a gerar uma grave crise humanitária na região.

A Rússia intensificou seus ataques à Ucrânia, realizando uma ofensiva aérea sem precedentes desde o início do conflito, em fevereiro de 2022. Na madrugada de sábado, 25 de fevereiro, mais de 350 drones e nove mísseis foram lançados, resultando em 12 mortes, incluindo três crianças, na região de Zhytomyr, conforme informações de autoridades ucranianas.

O alerta de ataque aéreo foi acionado em Kiev por seis horas, de acordo com Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da capital. Os ataques também causaram incêndios e destruição de residências em Odessa, onde um edifício residencial de 100 metros quadrados foi severamente danificado. Além de Odessa, cidades como Khmelnytskyi, Cherkasy e Kharkiv também foram alvo dos bombardeios.

Reações Internacionais

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o presidente russo, Vladimir Putin, chamando-o de “absolutamente louco”. Em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que as ações de Putin podem levar à “queda da Rússia”. Ele expressou preocupação com o número de vidas perdidas e sugeriu a possibilidade de novas sanções contra Moscou, um pedido que já foi feito pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Em resposta, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, agradeceu a Trump pelo apoio nas negociações de paz, mas destacou que as declarações do ex-presidente refletem uma “sobrecarga emocional” e “reações emocionais” em relação à situação atual. A escalada dos ataques e as reações internacionais indicam um momento crítico no conflito, que continua a gerar uma crise humanitária na região.

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