O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou uma nova política que restringe vistos para autoridades estrangeiras que atuam contra a liberdade de expressão, o que pode afetar o ministro Alexandre de Moraes. Os ministros do STF não comentaram a medida, mas Flávio Dino, ministro da Justiça, defendeu Moraes e disse que ele continuará suas atividades, como palestras no Brasil e no exterior. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, minimizou a situação, afirmando que não há nada a comentar. A nova política pode impactar outros membros do Judiciário e da Polícia Federal, segundo alguns críticos. Essa medida surge em meio a tensões entre Moraes e figuras da administração Trump, incluindo Elon Musk, que levaram à suspensão temporária da plataforma X no Brasil. O governo dos EUA pode também aplicar sanções a familiares das autoridades afetadas.
Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) se abstiveram de comentar a nova política de restrição de vistos anunciada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Essa medida visa barrar a entrada de autoridades estrangeiras que atuam contra a liberdade de expressão, podendo impactar diretamente o ministro Alexandre de Moraes.
Flávio Dino, ministro da Justiça, defendeu Moraes e afirmou que ele continuará a realizar suas atividades, incluindo palestras no Brasil e no exterior. Dino destacou que, ao tomarem posse, os ministros do Supremo juram defender a Constituição e os princípios de autodeterminação dos povos. Ele também fez uma referência ao Maranhão, estado que governou, sugerindo que Moraes poderia visitar a região.
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, minimizou a situação, afirmando que “não aconteceu nada que eu precise comentar”. Outros ministros também optaram pelo silêncio sobre o tema. A nova política do Departamento de Estado dos EUA, que não menciona Moraes diretamente, pode afetar outros integrantes do Judiciário e da Polícia Federal brasileira, segundo avaliações de bolsonaristas.
A medida foi anunciada em um contexto de tensões entre Moraes e figuras da gestão Trump, incluindo Elon Musk, que resultaram na suspensão temporária da plataforma X (antigo Twitter) no Brasil. O governo dos EUA pode estender as sanções a familiares das autoridades afetadas.
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