A Índia admitiu pela primeira vez que perdeu alguns de seus jatos de combate em confrontos com o Paquistão, após ter negado anteriormente qualquer perda. O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Indianas, Anil Chauhan, reconheceu que houve um “erro tático” e que é mais importante entender as razões pelas quais os jatos foram abatidos. Ele não confirmou quantos jatos foram perdidos, mas mencionou que a Índia conseguiu corrigir seus erros e realizar novos ataques em um curto espaço de tempo. O Paquistão afirmou ter derrubado cinco jatos indianos, incluindo modelos avançados, durante os combates que ocorreram em resposta ao ataque a turistas em Caxemira. Uma trégua entre os dois países foi anunciada em 10 de maio.
A tensão entre Índia e Paquistão se intensificou após um ataque a turistas em Caxemira. A Índia acusou o Paquistão pelo ataque, que ocorreu em abril, e uma trégua foi anunciada em dez de maio.
Recentemente, a Índia admitiu pela primeira vez a perda de um número não especificado de jatos de combate durante confrontos com o Paquistão. O chefe do Estado-Maior, Anil Chauhan, inicialmente negou a afirmação do Paquistão sobre a queda de seis jatos indianos, mas posteriormente reconheceu que o foco deve ser nas razões das perdas. “O que é importante é por que eles caíram”, afirmou Chauhan durante o Shangri-La Dialogue, em Cingapura.
O oficial também reconheceu um “erro tático” por parte da Índia. Ele destacou que a força aérea indiana conseguiu identificar e corrigir o erro, permitindo que os jatos fossem novamente utilizados em operações. O Paquistão, por sua vez, alegou ter derrubado cinco jatos indianos, incluindo três Rafales franceses, durante as batalhas aéreas.
A Índia havia negado essas alegações anteriormente. O porta-voz do Partido Bharatiya Janata, Nalin Kohli, afirmou que, se houvesse verdade nas alegações, o governo teria reconhecido. Informações de uma fonte de inteligência francesa indicaram que um Rafale indiano foi realmente abatido, e autoridades francesas investigam a possibilidade de mais perdas.
Os confrontos representam uma escalada significativa entre os dois países, que têm um histórico de tensões. A situação permanece delicada, com a comunidade internacional observando atentamente os desdobramentos.
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