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Grupo ligado ao al-Qaeda ataca base militar em Mali e deixa mais de 30 mortos

Grupo ligado à al-Qaeda ataca Boulikessi, matando mais de 30 soldados e capturando base militar; segurança no Mali se agrava.

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Um grupo ligado à al-Qaeda, chamado JNIM, atacou a cidade de Boulikessi, no Mali, matando mais de 30 soldados e tomando uma base militar. O mesmo grupo também atacou Timbuktu. As autoridades locais relataram que as forças armadas fizeram uma retirada tática após o ataque, embora tenham afirmado que muitos soldados lutaram bravamente. Fontes locais disseram que o JNIM deixou muitos feridos e conseguiu desocupar o acampamento. Esses ataques mostram a crescente insegurança no Mali e na região do Sahel. Desde o início do mês, mais de 400 soldados foram mortos por militantes em Mali, Burkina Faso e Níger.

Um grupo ligado à al-Qaeda, conhecido como Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin (JNIM), realizou um ataque significativo na cidade de Boulikessi, no Mali, no último domingo. Mais de 30 soldados foram mortos e uma base militar foi capturada durante a ação. As informações foram divulgadas por fontes da agência de notícias Reuters, embora ainda não tenham sido confirmadas oficialmente.

Na segunda-feira, o mesmo grupo atacou a histórica cidade de Timbuktu, visando as forças armadas locais. Em resposta ao ataque em Boulikessi, o Exército do Mali afirmou que reagiu de forma “vigorosa”, mas indicou uma retirada tática, sugerindo que as tropas se retiraram para evitar mais baixas. A declaração ressaltou que “muitos homens lutaram, alguns até o último suspiro, para defender a nação maliana”.

As recentes ofensivas do JNIM refletem a deterioração da segurança no Mali e na região do Sahel. Desde o início de maio, estima-se que mais de 400 soldados tenham sido mortos por militantes em Mali, Burkina Faso e Níger. O Comando da África dos Estados Unidos (Africom) expressou preocupação com o aumento das atividades de grupos militantes islâmicos na região, que buscam expandir seu alcance até a costa da África Ocidental. O comandante do Africom, general Michael Langley, descreveu os ataques como “profundamente preocupantes”, alertando que o acesso ao litoral aumentaria a capacidade desses grupos para o tráfico de armas e contrabando.

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