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Maduro chama Ucrânia de nazista após ataques em território russo e bombardeios em Sumy

Maduro chama Ucrânia de "terroristas" após ataques em território russo, enquanto Rússia confirma captura de Sumy e Venezuela detém "terroristas".

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou a Ucrânia de “terroristas” e “nazistas” após ataques ucranianos em território russo. Ele fez essa declaração em resposta a explosões que ocorreram nas regiões russas de Kursk e Bryansk, que deixaram sete mortos e muitos feridos. Maduro afirmou que a Rússia busca a paz enquanto a Ucrânia realiza atos de terrorismo. Ele também criticou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, chamando-o de “herdeiro de Hitler”, mas não comentou sobre os ataques russos em Sumy, na Ucrânia, onde três pessoas morreram. Além disso, Maduro anunciou a prisão de um grupo de “terroristas” na Venezuela, que, segundo ele, estavam armados e vinham de Trinidad e Tobago.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou a Ucrânia de “terroristas” e “nazistas” após ataques ucranianos em território russo. As declarações ocorreram em meio à guerra que começou em 2022. A Rússia confirmou a captura de Sumy e acusou a Ucrânia pelos ataques que resultaram em mortes e feridos nas regiões de Kursk e Bryansk.

Maduro afirmou que a Rússia busca a paz e criticou os ataques ucranianos, que, segundo ele, visam a população civil. Ele declarou: “A Rússia está buscando a paz… o que faz a Ucrânia? Terrorismo.” O ataque ucraniano à Crimeia e os bombardeios em Sumy, que deixaram três mortos e pelo menos 20 feridos, foram também mencionados.

Prisões na Venezuela

Além das declarações sobre a Ucrânia, Maduro anunciou a prisão de um grupo de “terroristas” na Venezuela. Ele não forneceu muitos detalhes, mas afirmou que os detidos estavam armados e entraram no país a partir de Trinidad e Tobago, com a presença de colombianos entre eles.

A relação entre a Venezuela e a Rússia, que se estende por mais de duas décadas, inclui cooperação em áreas como defesa e energia. Maduro, que frequentemente denuncia tentativas de derrubá-lo, reforçou seu apoio a Moscou, enquanto critica o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, chamando-o de “herdeiro de Hitler.”

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