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Trump assina decreto que proíbe entrada de cidadãos de 12 países nos EUA

Copa do Mundo de 2026 pode ser afetada por novo decreto de Trump, que proíbe a entrada de cidadãos de 12 países, incluindo o Irã.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma nova proibição de entrada para cidadãos de 12 países, principalmente do Oriente Médio e da África, que começará a valer na próxima segunda-feira. Os países afetados são Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen. Além disso, haverá restrições para visitantes de Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela. A medida visa proteger a segurança nacional e foi justificada por Trump após um ataque em Colorado, embora o Egito, país do autor do ataque, não esteja na lista. A proibição não se aplica a atletas que participarão da Copa do Mundo de 2026 ou das Olimpíadas de 2028, mas afetará torcedores, especialmente os iranianos que sonhavam em assistir ao torneio nos Estados Unidos. A decisão gerou críticas de grupos de direitos humanos, que a consideram discriminatória e cruel.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um novo decreto que proíbe a entrada de cidadãos de doze países, principalmente do Oriente Médio e da África. A medida entra em vigor na próxima segunda-feira, 9 de junho de 2025, e impactará torcedores iranianos que desejam assistir à Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos EUA, México e Canadá.

Os países afetados pela proibição são: Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen. Além disso, haverá restrições para cidadãos de Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela. A ordem não se aplica a atletas e suas famílias, que estão isentos da restrição.

Trump justificou a proibição com preocupações de segurança nacional, citando um ataque recente em Colorado, atribuído a um cidadão egípcio que estava ilegalmente nos EUA. O presidente afirmou que a medida visa proteger o país de ameaças terroristas e garantir a aplicação das leis de imigração.

A nova proibição revive uma política semelhante de seu primeiro mandato, que enfrentou forte oposição e contestação judicial. Organizações de direitos humanos criticaram a medida, classificando-a como discriminatória e racista. A Anistia Internacional afirmou que a proibição dissemina desinformação e ódio.

A proibição também levanta preocupações entre os torcedores iranianos, que sonhavam em apoiar sua seleção na Copa do Mundo. Sohrab Naderi, um torcedor de Teerã, expressou frustração, afirmando que o sonho de ver o Irã jogar nos EUA foi destruído por políticas sobre as quais não têm controle. A expectativa é que a diplomacia esportiva possa ajudar a melhorar as relações entre os dois países.

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