Os Estados Unidos não apoiaram uma declaração conjunta do G7 sobre a Ucrânia durante uma cúpula no Canadá, onde os outros países do grupo queriam aumentar a pressão sobre a Rússia e oferecer mais ajuda militar à Ucrânia. Um funcionário canadense disse que a resistência dos EUA impediu uma declaração mais forte, pois eles queriam manter sua capacidade de negociação. Os outros seis membros do G7 queriam uma linguagem mais firme contra a Rússia, mas sem o apoio dos EUA, isso não foi possível. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, mencionou que alguns países poderiam ter imposto sanções mais severas. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, participou da cúpula, mas não se encontrou com o líder americano, o que mostra a tensão entre eles. Após um ataque em Kiev que matou 14 pessoas, Zelensky pediu mais pressão sobre a Rússia para facilitar negociações de paz. Carney anunciou um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, totalizando 2 bilhões de dólares canadenses, para comprar drones e veículos blindados. O primeiro-ministro francês, Emmanuel Macron, criticou a Rússia por aumentar os ataques a civis. O Canadá também anunciou um empréstimo de 2,3 bilhões de dólares canadenses para ajudar na reconstrução da infraestrutura da Ucrânia e se uniu ao Reino Unido para endurecer as sanções contra a frota russa que tenta contornar restrições sobre vendas de petróleo. O ex-presidente Donald Trump se mostrou cético em relação a novas sanções, afirmando que isso poderia custar caro aos EUA. A cúpula do G7, que não teve a presença de Trump, teve discussões mais fluidas, mas com menos impacto pela ausência dos Estados Unidos. O próximo encontro do grupo será na França.
Os Estados Unidos se opuseram a uma declaração conjunta do G7 sobre a Ucrânia durante a cúpula do grupo, encerrada na terça-feira (17) em Kananaskis, no Canadá. A reunião focou em aumentar a pressão sobre a Rússia e oferecer nova ajuda militar à Ucrânia. Um funcionário canadense revelou que a resistência dos EUA impediu uma declaração mais contundente, pois buscavam preservar sua capacidade de negociação.
Os outros seis membros do G7 concordaram em adotar uma “linguagem forte” contra a Rússia, mas a falta de consenso com os EUA limitou a ação. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, destacou que alguns países poderiam ter ido mais longe nas sanções. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, participou da cúpula, mas não se encontrou com o líder americano, refletindo a tensão entre os dois.
Zelensky, após um ataque em Kiev que deixou 14 mortos, enfatizou a necessidade de pressão sobre a Rússia para que as negociações de paz se tornem viáveis. Carney anunciou um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia, totalizando 2 bilhões de dólares canadenses (R$ 8,05 bilhões), para aquisição de drones e veículos blindados. O primeiro-ministro francês, Emmanuel Macron, criticou a Rússia por intensificar os ataques a civis, aproveitando a tensão internacional.
Novas Medidas e Sanções
O Canadá também revelou um empréstimo de 2,3 bilhões de dólares canadenses (R$ 9,2 bilhões) para ajudar na reconstrução da infraestrutura ucraniana. Além disso, o país se uniu ao Reino Unido para endurecer as sanções contra a “frota fantasma” da Rússia, que tenta contornar as restrições internacionais sobre suas vendas de petróleo. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que essas sanções visam asfixiar a capacidade de Putin de continuar a guerra.
Enquanto isso, o ex-presidente Donald Trump expressou ceticismo sobre novas sanções contra a Rússia, ressaltando que essas medidas podem ter um custo elevado para os EUA. A cúpula do G7, que não contou com a presença de Trump, teve discussões mais fluidas, mas com menos impacto devido à ausência da nação mais poderosa. O próximo encontro do grupo está agendado para Evian, na França.
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