Um grupo de 27 autoridades municipais brasileiras conseguiu deixar Israel e cruzou para a Jordânia. Eles estavam retidos desde o início do conflito entre Israel e Irã e aguardavam uma chance de voltar ao Brasil. A travessia foi feita em um veículo fornecido por autoridades israelenses, levando-os do hotel em Tel Aviv até a fronteira. Ao chegarem à Jordânia, foram recebidos pela imigração e se acomodaram em um hotel enquanto esperam por voos comerciais de volta ao país. Parte do grupo já havia saído de Israel em um voo particular na terça-feira, após cruzar a fronteira. A visita a Israel, que tinha como objetivo conhecer tecnologias de segurança pública, foi interrompida devido aos bombardeios. Durante os dias em que estiveram no país, os brasileiros se abrigaram em bunkers. A Comissão de Relações Exteriores do Senado está acompanhando a retirada do grupo, que agora se prepara para retornar ao Brasil a partir de Amã.
Um grupo de 27 autoridades municipais brasileiras conseguiu deixar Israel na manhã desta quarta-feira, cruzando a fronteira para a Jordânia. A comitiva estava retida desde o início do conflito entre Israel e Irã, na semana passada, e aguardava a oportunidade de retornar ao Brasil.
A travessia foi realizada em um veículo fornecido por autoridades israelenses, levando os brasileiros do hotel em Tel Aviv até o posto de fronteira Allenby/Rei Hussein. Após a chegada à Jordânia, o grupo foi recebido pela imigração local e se acomodou em um hotel, onde aguardará os voos comerciais de volta ao país.
Parte da comitiva já havia deixado Israel na terça-feira, embarcando em um voo particular a partir da Arábia Saudita. Essa equipe, composta por 12 pessoas, também havia cruzado a fronteira com a Jordânia antes de seguir para a Arábia Saudita. A visita ao país, que tinha como objetivo conhecer tecnologias de segurança pública, foi interrompida devido aos bombardeios que começaram na última sexta-feira.
Durante os dias em que estiveram em Israel, os brasileiros se abrigaram em bunkers devido à escalada do conflito. A Comissão de Relações Exteriores do Senado acompanha a retirada do grupo, que agora se prepara para retornar ao Brasil a partir da capital jordaniana, Amã.
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