O deputado Paulo Pimenta anunciou que o presidente Lula planeja visitar Cristina Kirchner durante a cúpula do Mercosul em julho, mas isso depende de autorizações da Justiça, já que a ex-presidente argentina está em prisão domiciliar por corrupção. Pimenta chegou a Buenos Aires para apoiar Kirchner e pode se encontrar com ela. Ele comentou que a situação legal de Cristina é incerta e que Lula já havia demonstrado solidariedade a ela após sua condenação. Pimenta também fez uma comparação entre a situação de Kirchner e a de Lula, que enfrentou problemas legais antes de ser reeleito, destacando que a condenação de Cristina é vista pelo PT como uma perseguição política.
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) anunciou que o presidente Lula planeja visitar Cristina Kirchner durante a cúpula do Mercosul, marcada para a primeira semana de julho. A visita, no entanto, depende de autorizações judiciais, uma vez que a ex-presidente argentina foi condenada a seis anos de prisão domiciliar por corrupção e teve seus direitos políticos cassados.
Pimenta, que chegou a Buenos Aires para um ato de apoio a Kirchner, destacou que a situação legal da ex-presidente ainda é incerta. “É preciso ver os trâmites legais, se será necessário alguma autorização judicial”, afirmou. Ele também mencionou que Lula já havia contatado Cristina após sua condenação, expressando solidariedade.
Encontro em Buenos Aires
O parlamentar está previsto para se encontrar com Cristina Kirchner ainda nesta quarta-feira, 18 de outubro. Pimenta ressaltou que a agenda do encontro depende das condições impostas pela Justiça. “Se tivermos esse encontro, vou falar para ela que processo político não é uma fotografia, mas um filme”, disse.
Ele comparou a situação de Kirchner à de Lula, que também enfrentou desafios legais antes de ser reeleito. “Hoje é o dia um da prisão dela. No primeiro dia do Lula preso em Curitiba, muita gente não imaginaria que ocorreria o que aconteceu depois”, completou Pimenta. A condenação de Kirchner é vista pelo PT como um caso de perseguição política, refletindo a tensão entre os dois países e suas lideranças.
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