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Cúpula do Brics no Rio acontece sem a presença de líderes da China e Rússia

Cúpula do Brics no Rio de Janeiro discute crise no Oriente Médio com ausência de líderes da China e Rússia, que buscam fortalecer a cooperação.

Presidentes da China, Xi Jinping (E), e da Rússia, Vladimir Putin (Foto: Alexander Zemlianichenko / POOL / AFP)
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A Cúpula do Brics acontecerá nos dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro, mas os presidentes da China e da Rússia não estarão presentes. O presidente chinês, Xi Jinping, será representado pelo primeiro-ministro Li Qiang, enquanto o presidente russo, Vladimir Putin, participará por videoconferência. A ausência de Putin já era esperada devido a um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional relacionado à situação na Ucrânia. O chanceler russo, Sergey Lavrov, estará no evento. A cúpula discutirá temas globais, com foco na crise no Oriente Médio, especialmente a situação na Faixa de Gaza e os conflitos envolvendo Israel e os Estados Unidos. O Brasil, que assumirá a presidência do Brics em 2025, definiu seis prioridades, incluindo saúde global, comércio, mudanças climáticas e governança da inteligência artificial. A relação entre Lula e Xi Jinping é próxima, com encontros frequentes, incluindo uma visita de Lula à China em maio. O Brics, que conta com onze países, busca fortalecer a cooperação entre seus membros em um mundo cada vez mais complexo.

Prevista para os dias 6 e 7 de julho, a Cúpula do Brics será realizada no Rio de Janeiro sem a presença dos presidentes da China e da Rússia. O presidente chinês, Xi Jinping, será representado pelo primeiro-ministro Li Qiang, enquanto o presidente russo, Vladimir Putin, participará por videoconferência.

A ausência de Putin já era esperada devido a um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), relacionado à deportação de crianças da Ucrânia. O chanceler russo, Sergey Lavrov, também estará presente no evento. A confirmação dos demais líderes ainda não foi divulgada pelo governo brasileiro.

Temas em Debate

A cúpula abordará questões globais, com destaque para a crise no Oriente Médio, especialmente a situação na Faixa de Gaza e os recentes ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã. O Brasil, que assumirá a presidência do grupo em 2025, delineou seis prioridades:

1. Cooperação em saúde global

2. Comércio, investimentos e finanças

3. Mudança do clima

4. Governança da inteligência artificial

5. Arquitetura multilateral de paz e segurança

6. Desenvolvimento institucional do Brics

A relação entre Lula e Xi Jinping é considerada próxima, com encontros frequentes nos últimos meses, incluindo uma visita de Estado do presidente brasileiro à China em maio. O Brics, que inclui onze países, busca fortalecer a cooperação entre suas nações-membro em um cenário global cada vez mais complexo.

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