- Ataques russos com drones e artilharia em várias regiões da Ucrânia resultaram em pelo menos quatro mortos e 32 feridos nesta segunda-feira.
- As mortes ocorreram nas regiões de Sumi, Kherson e Odessa, com feridos registrados em Kharkiv e Dnipropetrovsk.
- Na última sexta-feira, a Rússia lançou seu maior ataque de drones e mísseis desde o início da invasão, com 530 drones e mais de uma dúzia de mísseis, principalmente em Kiev, resultando em duas mortes.
- O Ministério da Defesa da Rússia informou ter abatido 91 drones ucranianos durante a noite, incluindo oito na região de Moscou.
- O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu apoio adicional dos aliados para fortalecer a defesa aérea do país, priorizando a proteção da população civil.
Ataques russos com drones e artilharia em várias regiões da Ucrânia resultaram em pelo menos quatro mortos e 32 feridos nesta segunda-feira. As informações foram confirmadas por autoridades locais. Na região de Sumi, duas pessoas perderam a vida e outras duas ficaram feridas. Em Kherson, uma morte foi registrada, assim como no porto de Odessa. Além disso, Kharkiv e Dnipropetrovsk contabilizaram 23 e cinco feridos, respectivamente.
Detalhes dos Ataques
Os ataques ocorreram em um contexto de intensificação do conflito, com a Rússia realizando seu maior ataque de drones e mísseis desde o início da invasão, na última sexta-feira. Durante essa ofensiva, 530 drones e mais de uma dúzia de mísseis foram lançados, atingindo principalmente a capital, Kiev, e resultando em pelo menos duas mortes. O prefeito de Kiev informou que, apesar dos danos causados, não houve vítimas na capital durante os ataques mais recentes.
Na Rússia, o Ministério da Defesa anunciou ter abatido 91 drones ucranianos durante a noite, incluindo oito na região de Moscou. A maioria dos drones foi interceptada em áreas de fronteira, conforme relatado pelas autoridades russas.
Reação Ucraniana
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reiterou a necessidade de apoio adicional dos aliados para fortalecer a defesa aérea do país. Ele destacou que a proteção da população civil é uma prioridade, enfatizando a importância de reforçar as defesas aéreas para salvar vidas. Os ataques aéreos têm se intensificado, e a situação continua crítica em várias cidades ucranianas, que enfrentam frequentes bombardeios.
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