- O Ministério das Relações Exteriores da China criticou a ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas de 10% a países que se unirem ao Brics.
- A porta-voz do ministério, Mao Ning, afirmou que o uso de tarifas não beneficia ninguém.
- Mao destacou que o Brics é uma força positiva no cenário internacional e promove a cooperação entre seus membros.
- O Brics, que começou em 2009, atualmente conta com 11 países-membros, incluindo Brasil, Rússia, Índia, China, Egito, Etiópia, Indonésia, Irã e Emirados Árabes Unidos.
- A porta-voz reiterou a posição da China contra guerras tarifárias, afirmando que a imposição de tarifas não atende aos interesses de nenhuma das partes.
A China manifestou sua oposição ao uso de tarifas como ferramenta de coerção, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor tarifas de 10% a países que se unirem ao Brics. A declaração foi feita pelo Ministério das Relações Exteriores da China nesta segunda-feira.
Mao Ning, porta-voz do ministério, afirmou que o uso de tarifas não beneficia ninguém. Em coletiva de imprensa, ela destacou que o Brics, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e outros países, é uma força positiva no cenário internacional. Mao enfatizou a importância da cooperação entre os membros do bloco, que não visa ações contra nações específicas.
O Brics, que teve sua primeira cúpula em 2009, atualmente conta com 11 países-membros permanentes, incluindo Egito, Etiópia, Indonésia, Irã e Emirados Árabes Unidos. A porta-voz ressaltou que o grupo promove o desenvolvimento global e a reforma da governança internacional com base na igualdade e no benefício mútuo.
Mao também reiterou a posição da China contra guerras tarifárias e comerciais, afirmando que a imposição arbitrária de tarifas não atende aos interesses de nenhuma das partes envolvidas. A declaração surge em um contexto de crescente tensão nas relações comerciais entre os Estados Unidos e a China, que já enfrentam disputas tarifárias significativas.
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