- A organização pró-Israel StandWithUs realizou um protesto no Rio de Janeiro no dia seis de agosto, durante a 17ª Cúpula do BRICS, que inclui a presença do Irã.
- A manifestação teve como objetivo denunciar as violações de direitos humanos pelo regime iraniano.
- Um caminhão com uma tela de LED percorreu a cidade, exibindo mensagens sobre a opressão de cristãos e da comunidade LGBTQ+ no Irã.
- A ONG também montou uma instalação simbólica na Praia de Ipanema, com dez forcas e mil bandeiras LGBT.
- O presidente da StandWithUs, André Lajst, criticou a relação do Brasil com o Irã, destacando a presença de representantes do regime no evento.
A organização pró-Israel StandWithUs promoveu um protesto no Rio de Janeiro no domingo (6), durante a 17ª Cúpula do BRICS, que conta com a presença do Irã. A manifestação visou denunciar as violações de direitos humanos cometidas pelo regime iraniano.
Um caminhão equipado com uma tela de LED percorreu a cidade, exibindo mensagens como “No Irã, ser cristão pode te levar à prisão ou à morte” e “O regime iraniano mata gays e mulheres em praça pública”. A ONG também realizou uma instalação simbólica na Praia de Ipanema, com dez forcas e 1.000 bandeiras LGBT, para lembrar a perseguição a homossexuais no país.
Em suas redes sociais, a StandWithUs Brasil destacou que “o regime iraniano é um dos mais opressores do mundo atualmente”. O presidente da organização, André Lajst, criticou a relação do Brasil com o Irã, afirmando que “representantes desse regime estão no Rio de Janeiro hoje, trocando apertos de mãos com o presidente Lula”.
No Irã, a conversão do islamismo para o cristianismo é proibida, e os cristãos enfrentam severas punições. O país ocupa a 9ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2025, sendo um dos 13 onde os cristãos enfrentam níveis extremos de perseguição. Recentemente, o governo iraniano intensificou a repressão interna, com novas leis que facilitam a aplicação da pena de morte.
Entre 13 e 24 de junho, mais de 700 pessoas foram presas no Irã, e 10 foram executadas sob acusações de espionagem. Especialistas alertam que as novas legislações podem acelerar julgamentos sumários, enquanto defensores dos direitos humanos denunciam que o governo utiliza prisões em massa e execuções para controlar a população.
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