- Israel rejeitou uma declaração de 25 países que pedia o fim da guerra em Gaza e responsabilizou o Hamas pelos ataques.
- O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que o Hamas é o único responsável pela falta de um acordo de cessar-fogo e pela situação dos reféns.
- O número de mortes em Gaza ultrapassou mil, com a maioria das vítimas sendo civis. No último domingo, mais de 90 pessoas morreram enquanto aguardavam ajuda humanitária.
- A distribuição de alimentos em Gaza tem sido criticada por ser fragmentada e perigosa, com ministros de países como Espanha, Bélgica e França condenando a situação.
- Os representantes dos 25 países se opuseram aos planos de Israel de transferir 2,1 milhões de palestinos para Rafah, considerando isso uma violação do direito humanitário internacional.
Israel rejeitou uma declaração de 25 países que pedia o fim da guerra em Gaza e responsabilizou o Hamas pelos ataques. O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que o grupo palestino é o único responsável pela falta de um acordo de cessar-fogo e pela situação dos reféns. A declaração enfatiza que Israel já aceitou propostas de cessar-fogo, mas o Hamas não.
O número de mortes em Gaza ultrapassou mil, com a maioria das vítimas sendo civis. O Ministério da Saúde local informou que mais de 90 pessoas foram mortas no último domingo enquanto aguardavam ajuda humanitária. A distribuição de alimentos tem sido criticada por ser fragmentada e perigosa, com os ministros das Relações Exteriores de países como Espanha, Bélgica e França condenando a situação.
Os representantes dos 25 países também se opuseram aos planos de Israel de transferir 2,1 milhões de palestinos para Rafah, considerando isso uma violação do direito humanitário internacional. Nos últimos 22 meses, a população de Gaza tem sido deslocada repetidamente, com cerca de 60.000 pessoas mortas e muitas vivendo em condições precárias em tendas. A situação humanitária em Gaza continua a se deteriorar, com a necessidade urgente de assistência.
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