- Gareth Ward, ex-membro do Parlamento da Austrália, renunciou ao cargo em 27 de outubro.
- A renúncia ocorreu antes de uma votação que poderia resultar em sua expulsão do parlamento de Nova Gales do Sul.
- Ward foi condenado por agredir sexualmente dois jovens entre 2013 e 2015 e está em custódia aguardando sentença.
- Ele planeja apelar da condenação, que será analisada no próximo mês.
- A saída de Ward do cargo gera a necessidade de uma nova eleição na região que ele representava desde 2011.
Gareth Ward, ex-membro do Parlamento da Austrália, renunciou ao cargo nesta sexta-feira, 27 de outubro, antes de ser expulso, após perder uma batalha legal para evitar a expulsão. Ele foi condenado por agredir sexualmente dois jovens entre 2013 e 2015 e está em custódia aguardando sentença.
A decisão de Ward de deixar o cargo ocorreu menos de duas horas antes de uma votação que poderia resultar em sua expulsão do parlamento de Nova Gales do Sul. O tribunal havia rejeitado sua argumentação de que a expulsão seria um “afronta” à democracia. Com a renúncia, ele não receberá mais salário e sua saída acarreta uma nova eleição na região que representava desde 2011.
Ward, que já havia deixado o cargo de ministro em 2021 e se desvinculado do Partido Liberal, foi reeleito em 2023 como membro independente. Ele planeja apelar da condenação, que deve ser analisada no próximo mês. A situação de Ward levanta questões sobre a responsabilidade de representantes eleitos e a resposta do sistema político a crimes graves.
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