- O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que o presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski, aceite um “trato” com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
- Trump destacou a desigualdade de poder entre Ucrânia e Rússia, afirmando que a Ucrânia enfrenta uma “grande máquina de guerra”.
- Ele elogiou Putin e minimizou a responsabilidade dos Estados Unidos na proteção da Ucrânia, afirmando que um acordo poderia evitar mais mortes.
- Durante uma reunião no Alasca, Trump e Putin se cumprimentaram, mas a tensão entre os países permaneceu.
- A expectativa é que o Comitê Norueguês do Prêmio Nobel da Paz reconheça os esforços de Trump nas próximas semanas.
A guerra entre Rússia e Ucrânia continua a se intensificar, com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, sugerindo que o presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, deve aceitar um “trato” com Vladimir Putin. Em entrevista à Fox News, Trump destacou a desigualdade de poder entre os dois países, afirmando que a Ucrânia enfrenta uma “grande máquina de guerra”.
Trump elogiou Putin, minimizando a responsabilidade dos EUA na proteção da Ucrânia, e afirmou que um acordo poderia evitar mais mortes. Ele mencionou que a troca de território e garantias de segurança são pontos que podem ser negociados. “Ucrânia tem que estar de acordo, mas talvez digam que não”, disse Trump, que também ressaltou a importância de uma boa relação entre potências nucleares.
Durante uma reunião em Alasca, Trump e Putin trocaram cumprimentos, mas a tensão permaneceu. Uma pergunta sobre a continuação dos ataques a civis na Ucrânia não foi respondida por Putin, que, por sua vez, descreveu o povo ucraniano como “irmão” e lamentou a situação no país.
Trump, que se posiciona como um “pacificador”, já se atribuiu esse papel em outros conflitos, como o entre Armênia e Azerbaijão. Sua abordagem sugere que um acordo entre Rússia e Ucrânia poderia beneficiar ambos os lados, especialmente em termos de relações com os EUA. A expectativa agora recai sobre as semanas que antecedem a decisão do Comitê Norueguês do Prêmio Nobel da Paz, que pode reconhecer os esforços de Trump.
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