- Donald Trump recuou da exigência de que Zelenskyy assinasse o plano até quinta-feira, durante negociações em Genebra.
- Há controvérsia sobre a autoria do texto: Kirill Dmitriev e Steve Witkoff teriam elaborado o documento; Rubio afirmou que não foi missão americana e que o texto pode ter origem russa.
- Andriy Yermak, chefe de gabinete de Zelenskyy, viaja a Genebra para as negociações sobre o plano de paz liderado pelos EUA.
- A União Europeia e aliados criticam os termos do plano, com ressalvas sobre fronteiras, tamanho das forças armadas e adesão à OTAN.
- O plano é visto como exigindo concessões a Moscou, incluindo cessão de território e limitações aos esforços de defesa de Ucrânia.
O presidente dos EUA sinalizou recuo da exigência de Zelensky assinar o plano de paz até quinta-feira, após controvérsias sobre a autoria do texto. Negotiadores dos EUA, Ucrânia e parceiros discutiram na Suíça um acordo que poderia ceder território e limitar o tamanho das forças armadas ucranianas, além de não exigir adesão imediata à OTAN.
O debate envolve quem redigiu o documento. Indícios apontam para Dmitriev, representante de Putin, e Steve Witkoff, assessor de Trump. Fontes afirmam que o texto pode ter surgido em russo e sido traduzido. Rubio afastou a versão de ser um documento americano, enquanto Trump disse que a proposta não é a oferta final.
Andriy Yermak, chefe de gabinete de Zelensky, viajou a Genebra para participar das negociações lideradas pelos EUA. Enquanto isso, Ursula von der Leyen reiterou que as fronteiras da Ucrânia não podem ser alteradas por força, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, mostrou ceticismo sobre avanços rápidos.
Na prática, a narrativa envolve pressões políticas e dúvidas sobre a autoria. Parlamentares americanos pressionam para entender a origem do texto. A União Europeia e aliados avaliam termos que, segundo eles, não são aceitáveis para Kiev. As discussões ocorreram em meio a reuniões com representantes de França, Alemanha e Reino Unido.
O cenário aponta para uma possibilidade de acordo que não envolve rápida assinatura de Zelensky. Em Washington, autoridades destacaram a busca por um texto final que tenha interesse estratégico para a Ucrânia, sem comprometer zonas sensíveis. O tema segue aberto, com duas frentes: quem redigiu o plano e como avançar com garantias de segurança.
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