- A análise aponta que muitas contas pró‑MAGA não são americanas, e a plataforma removeu dados de origem após o lançamento do recurso.
- Perfis identificados têm origem na Nigéria, na Europa de Leste, em Bangladesh e na Tailândia, além de redes de trolls pró‑MAGA.
- Um perfil verificado que imitava o “border czar” Tom Homan foi rastreado na Europa Oriental; outro, chamado America_First0?, supostamente é de Bangladesh.
- Há suspeitas de campanhas de influência financiadas pelo Estado ou ganhos financeiros por monetização na rede social.
- Alguns observadores também apontam contas de esquerda que não seriam quem dizem ser; dados de localização podem ser imprecisos devido uso de VPN/proxy.
Desde o lançamento de uma funcionalidade que expôs a origem de perfis pró‑MAGA, novas evidências mostraram que muitas contas falsas não eram americanas. Perfis com discursos inflamados sobre política dos EUA tiveram sua procedência apontada fora do país.
Segundo investigadores, perfis falsos aparecem na Nigéria, no Leste Europeu, em Bangladesh e na Tailândia, além de redes de trolls pró‑MAGA. Observadores indicam que parte dessas contas pode apoiar campanhas estatais ou ter ganhos financeiros com a monetização.
O caso envolve plataformas como X, que confirmou informações já discutidas anteriormente sobre origens de contas. Durante o uso da ferramenta, a rede social passou a remover dados de localização e incluir avisos sobre uso de VPNs e proxies, o que dificultou a determinação exata da origem.
Especialistas lembram que perfis com atuação coordenada podem ter motivações diversas. Alguns sinais apontam para campanhas de desinformação, enquanto outros indicam incentivos financeiros. Em paralelo, há quem discuta a influência de atores estrangeiros nas discussões políticas domésticas.
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