- A Nigéria foi incluída pelos EUA na lista de Países de Preocupação Especial devido à intensificação da perseguição a cristãos.
- A Nação ocupa o 7º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2025 (Portas Abertas), com cristãos representando entre 40,5% e 45,9% da população, principalmente no sul.
- A Coalizão Global pela Liberdade Religiosa na Nigéria (GCFRN) enviou carta ao Presidente do Senado e ao Presidente da Câmara pedindo medidas urgentes, como revogação de leis de blasfêmia e criação de um órgão para crimes contra a liberdade religiosa.
- A carta critica falhas das forças de segurança e cita ataques recentes a igrejas em Borno, Kaduna, Kebbi e Kwara, recebendo apoio internacional para a iniciativa.
- Entidades internacionais destacam a necessidade de identificar e responsabilizar financiadores de ações extremistas, defendendo uma resposta coordenada para frear a violência.
Três em cada medida, a Nigéria volta às manchetes por violências contra cristãos, ampliando pressão para respostas rápidas. A inclusão do país pela/na Lista Mundial da Perseguição 2025 eleva o clima de tensão entre comunidades e autoridades. Relatos de ataques recentes em várias regiões fortalecem o debate sobre o papel do governo.
Segundo a organização Coalizão Global pela Liberdade Religiosa na Nigéria (GCFRN), o país figura no 7º lugar no ranking da LMP 2025, com ataques que afetam sobretudo o sul. A gravidade aumenta com casos de violência de grupos extremistas e conflitos sectários, incluindo ataques a igrejas.
A GCFRN enviou uma carta aberta ao Presidente do Senado e ao Presidente da Câmara dos Representantes, cobrando medidas imediatas. O documento critica falhas das forças de segurança e pede ações para frear a crise, além de apontar que autoridades precisam agir com maior eficácia.
Reivindicações da GCFRN
Entre as propostas, a coalizão defende a revogação de leis de blasfêmia, a devolução de terras a comunidades expulsas por milícias e a criação de um órgão para registrar e investigar crimes contra a liberdade religiosa. A carta conta com apoio de organizações internacionais e de especialistas. Scot Bower, da Christian Solidarity Worldwide, enfatiza a urgência de respostas coordenadas para responsabilizar financiadores de ações violentas, citando ataques em Borno, Kaduna, Kebbi e Kwara.
Entre na conversa da comunidade