- No Parlamento do Reino Unido foi apresentada uma nova versão da Carta dos Pregadores de Rua, criada pelo Instituto Cristão, para orientar autoridades e fortalecer a liberdade de expressão ao ar livre.
- O documento reúne diretrizes para quem prega em vias públicas na Inglaterra e no País de Gales, orienta a atuação de policiais e autoridades locais e traz recomendações legais e de conduta.
- A carta recebe endossos de organizações de evangelismo de rua, como Open Air Campaigners GB e Open-Air Mission, com prefácio de Lord Macdonald de River Glaven KC.
- O case que motivou a atualização envolve o pregador Angus Cameron, preso em Glasgow em dois mil e vinte e dois; ele obteve indenização de £5.500, mais £9.400 em custas, que doou ao Instituto Cristão.
- Entre as diretrizes, há cautela ao tratar de temas sensíveis como gênero e sexualidade, defesa de crenças sem atacar outras religiões e manutenção de um tom respeitoso ao lidar com autoridades.
Foi apresentada no Parlamento do Reino Unido uma nova versão da Carta dos Pregadores de Rua, documento do Instituto Cristão. A carta visa orientar autoridades e proteger a liberdade de expressão ao pregar em vias públicas na Inglaterra e no País de Gales, promovendo práticas responsáveis entre evangelistas.
O texto recomenda cautela ao tratar de temas sensíveis, como gênero e sexualidade, e reforça que a pregação deve manter vínculos com igrejas locais. Também orienta conhecer regulamentações municipais e manter boas relações com polícia, autoridades locais e comerciantes.
O documento recebeu o endosso de organizações de evangelismo de rua, como Open Air Campaigners GB e Open-Air Mission. O prefácio foi escrito por Lord Macdonald de River Glaven KC, ex-diretor do Ministério Público, que valoriza a liberdade de expressão e o papel da pregação pública na vida cívica.
O caso que impulsionou a iniciativa envolve o pregador Angus Cameron, de 52 anos, preso em Glasgow em 2022 após uma denúncia de perturbação da paz. Cameron alegou prisão ilegal, discriminação e violação de direitos humanos com apoio do Instituto Cristão.
Na decisão judicial, Cameron foi indenizado em £5.500, mais £9.400 em custas, valor que ele escolheu doar ao Instituto Cristão. A reportagem/referência é do Christian Today. A nova carta é apresentada como complemento à proteção da liberdade de expressão em espaços públicos, com foco em conduta responsável.
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