- Prisões de mais quatro suspeitos da região de Paris (dois homens, duas mulheres), conforme o procurador Laure Beccuau.
- Um dos detidos pela Brigada de Repressão a Grupos (BRB) é apontado como o último integrante do grupo, acusado de roubo organizado e conspiração.
- O DNA de itens deixados na cena levou à prisão de Ayed G e Abdoulaye N; Slimane K foi detido dias depois por dirigir uma das motos utilizadas.
- O roubo ocorreu em menos de sete minutos: veículo roubado, escada extensível e elevador de carga para alcançar a galeria Apollo; oito peças foram levadas, incluindo colar com esmeraldas e diamantes e diadema da Imperatriz Eugênia.
- Valor estimado do saque é de €88 milhões; até o momento nenhuma peça foi recuperada; auditoria estatal criticou a segurança do Louvre recentemente.
Após o assalto ao Louvre no mês passado, estimado em €88 milhões em joias da coroa, quatro novos suspeitos foram presos. Dois homens (38 e 39) e duas mulheres (31 e 40), todos da região de Paris, respondem por roubo organizado e conspiração, segundo a procuradoria. A operação envolve a última suposta integrante do grupo de quatro homens.
A prisão foi confirmada pela promotoria francesa e pela imprensa local, com base em informações de fontes policiais. Um dos detidos pela brigada de repressão a gangues (BRB) é apontado como o último membro do grupo. Ele permanece em custódia na delegacia de polícia.
DNA recolhido em itens deixados na cena — luvas, colete de alta visibilidade e cortes de serra — levou à detenção de Ayed G. e Abdoulaye N., semanas após o crime. Slimane K, acusado de pilotar uma das motos usadas na fuga, foi detido alguns dias depois. Um quinto suspeito já enfrentava acusações.
O furto ocorreu em 19 de outubro, quando a gangue invadiu o Apollo Gallery, subiu por uma escada retrátil a partir de um caminhão roubado e levou oito peças, incluindo um colar com esmeraldas e diamantes presenteado por Napoleão I à segunda esposa. Eugenie Tiara também integra a lista de objetos subtraídos.
Até o momento, nenhuma joia foi recuperada. A investigação reuniu evidências de planejamento e de participação de motoristas de duas scooters usadas na fuga. A auditoria do Estado em relação à segurança do Louvre destacou falhas estruturais e atraso na atualização de medidas de proteção, comentário que a administração do museu afirma ter atendido em grande parte.
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