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Colômbia não descarta asilo a Maduro caso ele abdique do poder, diz chanceler

Colômbia admite eventual asilo a Maduro, mediante acordo com Washington, abrindo caminho para transição democrática e possível residência fora do país

Colômbia não descarta asilo a Maduro se ele deixar o poder, diz chanceler
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  • A Colômbia poderia conceder asilo a Nicolás Maduro se houver acordo com Washington e ele aceitar deixar o poder.
  • A chanceler Rosa Villavicencio disse que, se for preciso pedir proteção, a Colômbia não se opõe a que Maduro viva em outro país.
  • O presidente Gustavo Petro defende uma transição democrática na Venezuela e critica Donald Trump, mantendo não reconhecimento às eleições de 2024.
  • A ideia de asilo surge em meio a tensões regionais associadas à mobilização militar dos EUA no Caribe para combater narcotráfico.
  • Maduro pode buscar um lugar mais distante e tranquilo para morar, conforme negociação entre EUA e governo venezuelano.

A Colômbia não descarta oferecer asilo ao presidente venezuelano Nicolás Maduro, desde que haja acordo com os Estados Unidos. A possibilidade foi mencionada em meio a pressões norte-americanas para a saída de Maduro. A fala ocorreu em contexto de diálogo sobre transição democrática.

Gustavo Petro, presidente da Colômbia, tem defendido uma transição em Caracas e criticado ações de Washington. A chanceler Rosa Villavicencio indicou que o asilo dependeria de um entendimento com os EUA.

Durante entrevista da Rádio Caracol, a ministra apontou que a Colômbia poderia acolher Maduro caso ele precise viver em outro país. Contudo, deixou claro que a decisão depende de negociações bilaterais.

Condições para o asilo e possíveis destinos

Villavicencio afirmou que Maduro poderia buscar um país mais distante e tranquilo. A diplomata ressaltou que a saída deve ocorrer apenas mediante acordo com Washington e acordo de proteção, se cabível.

A posição de Petro ocorre em meio a tensões regionais ligadas à mobilização militar dos EUA no Caribe para combater o narcotráfico. Maduro alega que a estratégia visa derrubá-lo, enquanto o Itinerário de Oslo para María Corina Machado repercute no cenário.

A Colômbia não reconheceu as eleições venezuelanas de 2024, que reelegeram Maduro, mas mantém relações diplomáticas com Caracas. A diplomacia colombiana descreve a possibilidade de asilo como uma solução para a situação regional.

A afirmação sobre o asilo não encerra a posição formal de Bogotá. A Colômbia segue buscando soluções que conectem a transição democrática venezuelana a um quadro regional estável e neutro.

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