- O presidente dos EUA, Donald Trump, fez sua primeira viagem ao Oriente Médio, visitando Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.
- Os três países têm fundos soberanos que, além de investimentos, atuam como instrumentos de soft power e para objetivos do Estado.
- Jared Cohen e George Lee, co-líderes do Goldman Sachs Global Institute, disseram à Foreign Policy que esses fundos são entre os maiores detentores e alocadores de capital da economia global.
- Cohen concedeu entrevista para o FP Live durante o Doha Forum, no Catar, no fim de semana passado.
- A entrevista faz parte de uma parceria entre Foreign Policy e o Goldman Sachs Global Institute para este ano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, realizou sua primeira viagem ao Oriente Médio neste início de ano, passando por Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O objetivo era fortalecer alianças regionais e discutir temas de segurança e economia.
Analistas destacam que os fundos soberanos dos Estados do Golfo já atuam como instrumentos de poder suave e metas estatais, além de serem importantes investimentos para a economia global. A leitura é compartilhada por especialistas do setor financeiro.
Jared Cohen e George Lee, co-líderes do Goldman Sachs Global Institute, descrevem à Foreign Policy que esses fundos são hoje grandes detentores e alocadores de capital no mercado mundial. A entrevista ocorreu durante o Doha Forum, no Catar, na última semana.
Parcerias e análises
Cohen participou de uma edição do FP Live realizada à margem do Doha Forum. O encontro reforça a parceria deste ano entre a Foreign Policy e o Goldman Sachs Global Institute, com foco em análises sobre fluxos de capitais soberanos e impacto geoeconômico.
A reportagem ressalta que o relacionamento entre FP e o Goldman Sachs Global Institute visa ampliar a compreensão de como os fundos soberanos influenciam decisões de investimento globais e estratégias macroeconômicas.
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