- Igrejas em Texas, Illinois e Massachusetts substituíram presépios por cenas natalinas que mostram detenções, cercadas por grades e arame, com referências ao ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos).
- Em Chicago e cidades vizinhas, comunidades adaptaram as cenas para chamar atenção aos impactos das políticas migratórias sobre famílias imigrantes, incluindo Jesus algemado e Maria com máscara.
- A iniciativa provocou debates na imprensa local e entre líderes religiosos, com explicação de que a narrativa busca comparar a fuga da família de Jesus com a realidade vivida por imigrantes nos Estados Unidos.
- No Texas, a Igreja Metodista Oaklawn, em Dallas, retirou as figuras de Maria, José e do Menino Jesus e instalou grades, arame farpado e o aviso “ICE esteve aqui”.
- O ICE atribui atrasos a questões logísticas, demandas médicas e processos judiciais; advogados de menores contestam as justificativas, reacendendo o debate sobre o tratamento de famílias migrantes. com informações Jornal Extra
Casas religiosas em pelo menos três estados norte-americanos trocaram presépios por cenas que criticam políticas migratórias associadas ao governo. Em Texas, Illinois e Massachusetts, as instalações exibem detenções, separações de famílias e referências ao ICE. O objetivo é evidenciar impactos sobre migrantes.
Em Chicago e áreas vizinhas, igrejas reformularam cenas natalinas para alertar sobre as consequências das medidas migratórias. Casos ocorreram de forma discreta, gerando debates na imprensa local e entre lideranças religiosas.
Na Igreja Metodista Oaklawn, em Dallas (TX), as figuras de Maria, José e Jesus foram substituídas por grades, arame e o aviso “ICE esteve aqui”, sugerindo detenções de famílias. Em outros templos, Jesus aparece algemado e Maria usa máscara.
O ICE afirmou que atrasos decorrem de questões logísticas, demandas médicas e processos judiciais. Advogados que representam menores contestam a justificativa e discutem a manutenção de detenções prolongadas, mantendo o tema em pauta.
O Ministério público e a imprensa acompanharam os desdobramentos, com debates sobre limites legais, direitos de famílias imigrantes e o papel das instituições religiosas nesse tipo de protesto. A cobertura reforça a repercussão da ação.
Fonte inicial: Jornal Extra. As informações são apuradas para retratar os fatos com precisão e neutralidade, sem expressar opinião.
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