- Lula criticou o unilateralismo dos EUA e chamou de “lei do mais forte” durante discurso em Belo Horizonte, em Minas Gerais.
- O presidente afirmou que prefere a diplomacia e a força da palavra para resolver conflitos na região.
- A tensão envolve Estados Unidos e Venezuela, com Lula ressaltando que não quer guerra na América Latina e que a região deve ser de paz.
- Lula mencionou contato telefônico com o presidente Donald Trump no início do mês sobre a retirada de a sobretaxa imposta aos produtos brasileiros.
- O presidente disse ter conversado “muito” com Trump e destacou que as vias diplomáticas devem ser usadas para resolver o impasse, incluindo a retirada da sobretaxa.
Lula criticou o unilateralismo na política externa dos Estados Unidos em meio à tensão com a Venezuela. O presidente observou que a postura dominante não ajuda a pacificar a região e ressalvou a preferência pela diplomacia.
A fala ocorreu no final de um discurso em Belo Horizonte, durante o lançamento da caravana federativa em Minas Gerais. Segundo ele, houve conversa com o governo dos EUA no início do mês sobre a retirada da sobretaxa que afeta produtos brasileiros.
Ao abordar o tema, Lula deixou claro que prioriza o diálogo como caminho para resolver o conflito regional, reforçando a ideia de que o Brasil não quer guerra na América Latina. Ele sinalizou que as vias diplomáticas devem ser acionadas.
Na sequência, o presidente mencionou o peso do poder bélico americano, mas destacou a crença na eficácia da palavra para persuadir e construir acordos. A meta, segundo ele, é fazer as coisas certas por meio de instrumentos diplomáticos.
Desdobramentos
A tensão entre EUA e Venezuela segue como pano de fundo de questões diplomáticas. O Brasil tem enfatizado a necessidade de diálogo e de soluções pacíficas para a região, sem adesão a ações militares.
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