- Donald Trump afirmou que os líderes da Tailândia e do Camboja concordaram em renovar a trégua após dias de confrontos que ameaçaram o cessar-fogo.
- O acordo prevê retornar ao Acordo de Paz original, com mediação da Malásia e de Anwar Ibrahim, conforme publicação de Trump nas redes sociais após conversas com os primeiros-ministros Anutin Charnvirakul e Hun Manet.
- A trégua original foi estabelecida em julho, impulsionada pela pressão de Trump e da Malásia; houve uma reunião regional em outubro que formalizou detalhes, mas a propaganda acusatória persiste e houve violência menor entre os dois lados.
- Dados de campanha militar apontam ataques aéreos tailandeses contra alvos militares e lançadores de foguetes BM-21 usados pelo Camboja, com danos a áreas residenciais perto da fronteira.
- A artilharia cambojana, com alcance de 30–40 km, e ações militares continuam a marcar o contexto, incluindo a destruição, pela Tailândia, de uma grua no topo de um morro onde fica o templo Preah Vihear.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os líderes da Tailândia e do Camboja concordaram em renovar a trégua e retornar ao Acordo de Paz original, com mediação da Malásia e de Anwar Ibrahim. Segundo Trump, o acordo entra em vigor nesta noite, encerrando todos os tiros.
A declaração ocorreu após telefonemas com o primeiro-ministro tailandês Anutin Charnvirakul e o premiê cambojano Hun Manet. O anúncio reforça o restabelecimento do cessar-fogo, dado o contexto de tensões recentes na fronteira.
Historicamente, o conflito fronteiriço tem raízes em disputas sobre fronteiras traçadas em mapas de 1907, durante o domínio colonial francês. Em julho houve um cessar-fogo mediado pela Malásia, pressionado por Trump.
Contexto histórico
As tensões se agravaram com episódios de propaganda hostil e violência esporádica, apesar do acordo.
Atualização sobre o cessar-fogo
Dados indicam continuidade de hostilidades pontuais e uso de armamentos pesados próximos à fronteira.
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