- O governo alemão acusa a Rússia de grande ciberataque e de campanha de desinformação durante as eleições gerais de fevereiro.
- Berlim convocou o embaixador russo no Ministério das Relações Exteriores.
- Segundo o governo, existem provas de que Moscou influenciou as eleições.
- A Alemanha afirma que a Rússia ameaça a segurança do país, buscando dividir a sociedade e enfraquecer as instituições.
- O governo diz que condena a atuação russa e tomou medidas para contrapor a situação.
O governo alemão já havia condenado a interferência russa nas eleições, incluindo ciberataques e campanhas de desinformação. Sistema institucional e medidas diplomáticas estavam em curso para monitorar a situação.
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, houve monitoramento de atividades russas voltadas a influenciar as eleições e a espalhar desinformação. A autoridade afirmou que Moscou buscava dividir a sociedade alemã e reduzir a confiança nas instituições.
Além disso, o governo confirmou que está tomando medidas para enfrentar o problema e proteger a integridade do processo eleitoral. A divulgação inicial aponta para provas de influência russa e para a necessidade de respostas coordenadas.
Convocação do Embaixador Russo
Em Berlim, o governo convocou o embaixador russo no Ministério das Relações Exteriores para esclarecer as acusações. A ação ocorreu após as avaliações de inteligência e segurança sobre as consequências da intervenção.
O embaixador foi informado de que a Alemanha não tolera ataques à democracia. A nota oficial reafirmou a disposição de ampliar o diálogo diplomático para evitar novas provocações ou escaladas.
Segundo autoridades, as medidas visam reforçar a cooperação com instituições nacionais e aliados, bem como melhorar a resiliência cibernética e a comunicação pública para reduzir impactos de campanhas de desinformação.
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