- Braian Paiz, garçom, estava preso desde janeiro sob acusação de vender cocaína a Liam Payne, que morreu após queda de varanda de hotel na Argentina.
- Paiz admitiu ter consumido drogas com o cantor, mas negou ter vendido narcóticos.
- O pedido de liberdade condicional foi negado inicialmente pela juíza, citando risco de fuga.
- Três juízes de instâncias superiores autorizaram a troca do regime fechado por prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, para cumprir em casa.
- Payne morreu em 16 de outubro do ano passado, aos 31 anos, após a queda no hotel em Buenos Aires; Paiz relatou abusos na prisão e foi transferido para ala LGBT+ com melhores condições.
Braian Paiz, garçom preso desde janeiro, teve autorização para deixar a prisão e cumprir a pena em regime domiciliar com tornozeleira eletrônica. O caso envolve a morte de Liam Payne, ex-integrante do One Direction, que aconteceu em Buenos Aires.
Paiz é acusado de vender cocaína ao cantor, mas ele afirmou ter consumido drogas com Payne, negando a venda de narcóticos. O pedido de liberdade condicional foi inicialmente negado pelo Ministério Público, por risco de fuga.
Três juízes de instâncias superiores concordaram em permitir a troca de regime, autorizando a prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. A defesa alegou que o encarceramento afetava a saúde de Paiz, o que pesou na decisão.
Durante a prisão, Paiz relatou maus-tratos e foi transferido para uma ala LGBT+ com melhores condições. Ele disse ter sido espancado, escaldado e ameaçado de eletrocussão, dividindo cela com outras 15 pessoas que o chamavam de “assassino”.
Payne morreu em 16 de outubro do ano passado, aos 31 anos, após queda da sacada do terceiro andar de um hotel em Buenos Aires. Ele conheceu Paiz em um restaurante onde o garçom o atendeu pouco antes do incidente.
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