- Bryan Stern, veterano de guerra e CEO da Grey Bull Rescue, liderou a operação de resgate de Maria Corina Machado, opositora venezuelana, da Venezuela para a costa do Caribe em cerca de quarenta e oito horas.
- A equipe localizou Machado com dois acompanhantes em alto-mar sem GPS, após a saída de Caracas na tarde de segunda-feira, e seguiu para Curacao.
- Em Curacao, Machado embarcou em avião privado rumo a Oslo, para receber o Nobel da Paz, mas não chegou à cerimônia.
- A missão foi financiada por doadores privados, sem participação do governo dos Estados Unidos; a Casa Branca, no entanto, foi mantida informada.
- Stern afirma ter liderado inúmeras operações internacionais e descreve a missão como uma das mais complexas e arriscadas em sua carreira.
Bryan Stern, veterano de guerra e líder da Grey Bull Rescue, realizou uma operação de resgate de Maria Corina Machado, oposicionista venezuelana, no Caribe, sem uso de GPS, em cerca de 48 horas. A ação ocorreu após Machado deixar Caracas rumo ao Caribe, onde pretendia seguir para Oslo.
A operação envolveu dois acompanhantes de Machado e ocorreu em alto mar, com navegação desafiadora. Machado foi localizada, resgatada e transportada para Curazao, de onde seguiu em avião privado para a Noruega.
O resgate foi financiado por doadores privados, sem participação direta do governo dos Estados Unidos, segundo Stern. A Casa Branca afirmou acompanhar notícias sobre a operação, sem confirmar envolvimento.
Detalhes da operação
Stern destacou que a missão foi uma das mais complexas que já coordenou, com contatos prévios e esforços de evasão em território marítimo. A equipe entregou a Machado itens básicos e garantiu sua segurança em trajeto subsequente.
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