- Os EUA retiraram o ministro Alexandre de Moraes e a esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky, sem explicar os motivos.
- Com a retirada, bens de Moraes, da esposa e de uma empresa do casal nos EUA deixam de ficar bloqueados; cidadãos americanos voltam a poder realizar negócios com eles.
- Eduardo Bolsonaro afirmou, em nota publicada no X, que recebeu com pesar a notícia e disse que a sociedade perdeu uma janela de oportunidade.
- O Brasil esperava solução antes do fim do ano, com sinais de aproximação entre Lula e Trump e encontros diplomáticos.
- O Itamaraty informou que há indícios de retirada desde o último telefonema entre Lula e Trump, com temas discutidos em reuniões em níveis ministerial e presidencial.
O governo dos Estados Unidos retirou Alexandre de Moraes, ministro do STF, e sua esposa Viviane da lista sancionatória da Lei Magnitsky. A retirada foi anunciada sem explicar as razões. Moraes já via seus bens bloqueados nos EUA.
A inclusão ocorreu em julho, pronta para impedir negócios e bloquear ativos no exterior. A retirada, anunciada sem justificativa, reverte as sanções impostas ao casal.
Brasileiros aguardavam solução até o fim do ano, respaldados por sinais de conversa entre Lula e Trump e encontros diplomáticos. O tema era pauta de reuniões entre chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado.
Eduardo Bolsonaro afirmou, por meio de nota, que recebeu com pesar a decisão dos EUA, destacando uma perda de oportunidade para enfrentar problemas internos. O governo brasileiro segue trabalhando para resolver a situação.
Contexto diplomático
O Itamaraty informou que houve sinais de que a retirada poderia ocorrer desde o último telefonema entre Lula e Trump. A nota pública do governo norte-americano não detalha motivos, mantendo o assunto em aberto.
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