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Eduardo e Figueiredo comentam fim da Magnitsky contra Moraes

Estados Unidos recuam nas sanções a Moraes e esposa; Bolsonaro e Figueiredo criticam, prometendo manter mobilização anti-Brasil, citando Itamaraty e Lula

A reação de Eduardo e Figueiredo ao fim da Magnitsky contra Moraes
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  • Estados Unidos retiraram as sanções da Lei Global Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, decisão anunciada nesta sexta-feira.
  • A reversão foi creditada a atuação do Itamaraty e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teriam influenciado a decisão de Trump.
  • Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo criticaram a mudança, afirmando que houve falta de coesão interna no Brasil para sustentar a pressão externa.
  • Na nota divulgada nas redes sociais, a dupla diz que continuará mobilizada contra o Brasil, classificando a decisão como prejudicial à posição externa brasileira.
  • Eles ressaltam que a Magnitsky havia sido aplicada em julho, durante o andamento das investigações e do julgamento da trama golpista envolvendo Moraes.

O governo dos Estados Unidos retirou as sanções impostas àLEX Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e à sua esposa, aplicadas pela Lei Global Magnitsky. A medida foi anunciada após pressão diplomática interna e mudanças na condução da política externa brasileira. A decisão foi comunicada publicamente por meio de nota oficial, sem detalhar as razões exatas do recuo.

Segundo apuração, o recuo foi motivado por ações coordenadas entre o Itamaraty e o governo brasileiro, incluindo o presidente Lula, que teriam convencido Washington de revisar a situação. Com a reavaliação, o Ministério das Relações Exteriores sinaliza que a posição externa do Brasil ganha consistência frente a questões de cooperação internacional.

Os críticos Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo divulgaram uma nota conjunta afirmando receber a decisão com pesar. Eles ressaltam que a reversão refletiria falta de coesão interna e a ausência de unidade política suficiente para sustentar a ofensiva no exterior. Mantêm, porém, o discurso de mobilização contra o Brasil.

A dupla afirma que continuará atuando para defender o que chamam de interesses estratégicos dos Estados Unidos, conforme a nota divulgada. Eles dizem que a pressão externa não pode se encerrar e sinalizam a intenção de manter atuação firme em defesa de seus objetivos.

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