- Os EUA revogaram as sanções da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e a esposa, em a quase cinco meses de sua imposição, na sexta-feira, 12.
- As medidas de bloqueio de circulação, bloqueio de ativos e proibição de transações em dólar foram retiradas; a empresa Lex Estudos Jurídicos também saiu da lista.
- A decisão ocorreu após uma revisão interna do Tesouro e do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que avaliou que o enquadramento original não se sustentava mais.
- O recuo é visto como avanço nas relações Brasil–Estados Unidos, com negociações em curso sobre combate ao crime organizado e possíveis suspensões de tarifas adicionais a produtos brasileiros.
- Líderes governistas comemoraram o movimento, destacando a suposta recuperação do diálogo entre os dois países e a margem de manobra do governo Lula.
O governo dos Estados Unidos revogou as sanções impostas pela Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa. A decisão ocorreu nesta sexta-feira, após revisão interna dos órgãos norte-americanos, e estabelece o fim de bloqueios, restrições de circulação e congelamento de ativos.
A medida encerra as restrições financeiras e comerciais vinculadas ao casal, incluindo a exclusão da Lex Estudos Jurídicos das sanções. A revisão foi conduzida pelo Tesouro e pelo Departamento de Estado dos EUA, que reconheceu falta de pertinência contínua das punições.
Para o governo brasileiro, a retirada é vista como avanço nas relações bilaterais. O recuo facilita o diálogo entre Brasília e Washington, com foco em cooperação em segurança pública e comércio, já discutidos em conversas entre Lula e Trump.
Impacto diplomático
A revogação é apresentada por apoiadores do governo como vitória da diplomacia brasileira. Líderes do PT destacam a importância de reconstruir confiança entre as duas nações. O tema também é citado por parte da oposição como sinal de recalibração nas relações.
Entre na conversa da comunidade