- Keir Starmer está prestes a escolher o novo embaixador dos EUA em Washington a partir de uma lista com três candidatos — Varun Chandra, Christian Turner e Nigel Casey — com a nomeação prevista até o fim do ano.
- A embaixada norte-americana ficou vaga desde setembro, após Peter Mandelson ser demitido por não revelar vínculos com Jeffrey Epstein, e as relações entre os dois países seguem tensas pela guerra na Ucrânia.
- A Foreign Office pressiona por um diplomata de carreira; Chandra é visto como favorito, mas Casey entrou tarde na disputa. Se nenhum candidato for considerado adequado, pode haver nomeação direta de alguém fora da lista.
- Turner já ocupou funções relevantes no Foreign Office e como alto comissário para o Paquistão; Casey tem experiência como alto comissário na África do Sul e como secretário particular para assuntos externos de ex-primeiros ministros.
- Nesta semana, Starmer recebeu o embaixador dos EUA no Reino Unido, Warren Stephens, em Downing Street para discutir acordos comerciais e tecnológicos.
O cargo de embaixador americano no Reino Unido permanece vago desde setembro, após a demissão de Peter Mandelson por vínculos não revelados com Jeffrey Epstein. As relações anglo-americanas passam por tensões devido à guerra na Ucrânia e a atritos entre Trump e líderes europeus.
O primeiro-ministro Keir Starmer ouviu três finalistas para o posto: Varun Chandra, Christian Turner e Nigel Casey. A nomeação deve ocorrer até o fim do ano, segundo fontes. A decisão depende de avaliação de compatibilidade com a linha da diplomacia de carreira.
Para quem é a escolha
Chandra é visto como favorito; atua como consultor de negócios e ajudou a negociar acordos com a administração Trump em áreas de comércio, tecnologia e farmacêuticos. Turner já foi diretor político do Foreign Office e é diplomata de carreira.
Casey ocupa o cargo de embaixador britânico na Rússia e é reconhecido em Whitehall. A escolha pode recair sobre qualquer um dos três, ou, caso não haja consenso, o governo pode nomear alguém externo à lista.
Contexto de relações bilaterais
Starmer manteve relação pessoal com Trump, mas as divergências em clima, energia e cultura desafiam o diálogo. Nos EUA, há pressão para acordos comerciais e tecnológicos com o Reino Unido, em meio a críticas ao Airstrike de Zelensky e à estratégia de segurança de Washington.
O objetivo diplomático ocorre em meio a tensões sobre a guerra na Ucrânia. Washington pressiona Kyiv por acordo que encerre o conflito, enquanto europeus avaliam propostas mediadas pelos EUA.
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