- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, rebateu Trump sobre a ideia de que os EUA poderiam influenciar eleições europeias, afirmando que a soberania é dos eleitores.
- O congelamento permanente dos ativos russos deve entrar em vigor hoje às 17h, com oposições expressas por alguns Estados-membros.
- O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, mostrou descontentamento com a medida.
- Bart De Wever, da Bélgica, está em Londres para tratar de segurança, migração e ativos congelados.
- Keir Starmer, co-presidente da Coalizão dos Dispostos, pode incentivar o Reino Unido a seguir o exemplo de congelamento.
O anúncio sobre o congelamento permanente dos ativos russos entra em vigor hoje às 17h, no contexto das negociações envolvendo a União Europeia, a Ucrânia e sanções financeiras. A medida visa evitar renovações periódicas e ampliar a previsibilidade das sanções.
O primeiro alvo das críticas é Viktor Orbán, que expressou insatisfação com a decisão. Em meio a divergências dentro da UE, a posição de outros Estados-membros também conflita com a ideia de usar ativos para empréstimos de reparação à Ucrânia.
Bart De Wever, líder belga, está em Londres para tratar de segurança, migração e ativos congelados. Ele participa de reuniões com representantes britânicos para discutir eventuais alinhamentos.
Contexto e desdobramentos
Von der Leyen criticou publicamente sugestões de intervenção dos EUA em eleições europeias, reafirmando a soberania dos eleitores. As discussões sobre o papel de Washington em negociações com a Ucrânia seguem em aberto.
Keir Starmer, co-presidente da Coalizão dos Dispostos, pode incentivar o Reino Unido a adotar posição semelhante à europeia quanto aos ativos congelados, sinalizando cooperação entre Londres e a UE em temas de segurança econômica.
O tema dos ativos russos congelados permanece central, com resistência de alguns membros e apoio de outros setores da UE. A agenda envolve ainda negociações com a Ucrânia e possíveis impactos sobre ajudas e empréstimos internacionais.
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