- No sábado, ataque na Brown University deixou dois mortos e nove feridos; o suspeito continua foragido e a polícia vascula o campus e áreas vizinhas.
- Duas alunas da Brown já haviam sobrevivido a tiroteios anteriores — Parkland, em 2018, e Saugus, em 2019 — elevando o trauma vivido pela comunidade.
- Estudantes ficaram escondidos em salas e dormitórios enquanto os disparos eram ouvidos, e a área permaneceu sob tensão durante a noite.
- O episódio reacende o debate sobre controle de armas nos Estados Unidos; o Gun Violence Archive aponta centenas de tiroteios em massa neste ano.
- Tretta e Weissman disseram que não imaginavam passar por outro ataque; Weissman comentou à imprensa sobre a revolta e a sensação de vulnerabilidade.
Duas estudantes de Brown foram atingidas por um ataque ocorrido no sábado, que deixou 2 mortos e 9 feridos. Em meio à confusão, a polícia informou que o suspeito permanece foragido e que o campus foi cercado durante a noite.
O ataque aconteceu durante os exames finais na Brown University, em Providence, no estado de Rhode Island. Alunos buscaram abrigo em salas e corredores, enquanto equipes de emergência atendiam vítimas e conduziam buscas no entorno.
Entre as estudantes atingidas, Mia Tretta, de 21 anos, e Zoe Weissman, de 20, já haviam sobrevivido a tiroteios anteriores nos EUA, em Parkland (2018) e Saugus (2019), respectivamente. Historicamente, o episódio reacende debates sobre leis de armas.
Nos relatos, Weissman descreveu momentos de pânico no dormitório, após receber a ligação de que o tiroteio ocorria. Tretta, estudando no momento, mudou de ideia sobre onde ficar, antes de a violência ocorrer no prédio de Barus e Holley.
Até o momento, autoridades locais e federais investigam as circunstâncias do ataque, enquanto a universidade coordena ações de apoio a estudantes e funcionários. Dados da Gun Violence Archive indicam centenas de homicídios em massa nos EUA neste ano.
Contexto e desdobramentos
Analistas destacam que o episódio reabre o debate sobre controle de armas e segurança em campus universitários, especialmente em instituições de grande porte. A polícia continua buscando o autor e coleta testemunhos no local.
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