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Dois homens condenados por complô em Manchester para matar judeus

Walid Saadaoui e Amar Hussein são considerados culpados de planejar ataque terrorista em Greater Manchester entre 13 de dezembro de 2023 e 9 de maio de 2024, interrompido por agente disfarçado

Left to right: Walid Saadaoui, Bilel Saadaoui and Amar Hussein. Jurors heard they were Islamist extremists with a ‘visceral dislike’ of Jewish people.
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  • O tribunal de Preston condenou Walid Saadaoui, 38 anos, e Amar Hussein, 52 anos, por preparar atos de terrorismo entre 13 de dezembro de 2023 e 9 de maio de 2024, em Greater Manchester.
  • Os réus, identificados como extremistas islâmicos, planejavam atacar e matar o maior número possível de pessoas judias, com aquisição de armas semiautomáticas AK-47.
  • A investigação contou com a participação de um agente disfarçado, conhecido como Farouk, que forneceu as armas e interrompeu o ataque antes de ocorrer.
  • Saadaoui foi preso em 8 de maio de 2024, no estacionamento do Last Drop hotel, em Bolton, ao tentar pegar duas armas, uma pistola semiautomática e quase 200 cartuchos.
  • Hussein e Saadaoui negaram as acusações; Hussein também afirmou ter prestado juramento de lealdade ao Estado Islâmico.

Walid Saadaoui, de 38 anos, e Amar Hussein, de 52, foram considerados culpados pelo tribunal de Preston por planejar atos de terrorismo entre 13 de dezembro de 2023 e 9 de maio de 2024. O objetivo era matar o maior número possível de pessoas judias em Greater Manchester, segundo a acusação.

A investigação revelou que o grupo buscava adquirir e transportar rifles semiautomáticos AK-47, além de realizar reconhecimento dos locais. Um agente disfarçado, conhecido como Farouk, infiltrou redes sociais ligadas ao extremismo e forneceu as armas, interrompendo o ataque antes que ele ocorresse.

Saadaoui foi preso ao tentar receber duas armas de assalto, uma pistola semiautomática e quase 200 munições, em um estacionamento perto do Last Drop hotel, em Bolton, em 8 de maio de 2024. Os condenados seguem sob risco de novas acusações, com o caso sendo acompanhado pelo Ministério Público.

Walid Saadaoui é natural de Abram, Wigan, enquanto Amar Hussein não tinha endereço fixo. Ambos negaram as acusações durante o longo julgamento em Preston, que durou quase três meses. A investigação também destacou laços anteriores com o grupo militantista, com Saadaoui e Hussein declarando lealdade ao Estado Islâmico.

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