- TACO significa Trump Always Chickens Out e descreve a tendência de a administração recuar ante tarifas; houve exemplo com o Brasil, que chegou a 50% no total, afetando café, carne e frutas.
- Drone walls passaram a ser discutidos após drones invasores na Europa, com propostas de tecnologia para detectar e desativar drones suspeitos.
- Multipolarization passou a intitular a ordem mundial em transformação, com blocos econômicos e políticos distintos liderados por EUA, Rússia, China e regiões como Oriente Médio.
- Narco-terrorism ganhou destaque ao ser usado para classificar redes de tráfico de drogas com impactos de natureza terrorista, com ações militares associadas.
- Asylum fatigue ganhou relevância no Ocidente, aumentando o debate sobre políticas de asilo; o conceito de persistent objector também foi citado no contexto de uso de UNCLOS para mineração em águas internacionais.
Em 2025, o vocabulário geopolítico ganhou termos que sinalizam mudanças na ordem mundial. A expansão de conceitos inclui TACO, drone walls, multipolarization e narcoterrorism, além de temas como asylum fatigue e persistent objector. A novidade é que esses itens passam a moldar análises e políticas públicas ao redor do globo.
O termo TACO, sigla para Trump Always Chickens Out, descreve a prática de impor tarifas e recuar rapidamente diante da pressão de mercado. Em 2025, a expressão ganhou uso intensivo após medidas tarifárias dos EUA que afetaram commodities como café, carne e frutas. A queda temporária de impostos e tarifas gerou debates sobre resiliência econômica.
Drone walls emergem como conceito quando drones forçosamente cruzaram fronteiras na Europa. Drones não identificados também violaram o espaço aéreo de aeroportos, levando líderes a discutir a viabilidade de barreiras tecnológicas para detectar e neutralizar aeronaves suspeitas. A ideia é discutida como alternativa menos rígida que muros físicos tradicionais.
Amul de multipolarization descreve a fragmentação de blocos econômicos e políticos no cenário global. Russia e China intensificam seus alinhamentos, enquanto países do Oriente Médio, liderados por Arábia Saudita e Emirados, buscam protagonismo regional. A relação entre EUA e aliados ocidentais também passa por rupturas, aumentand a complexidade estratégica.
Narcoterrorism permanece relevante, com uso ampliado para abranger atividades de grupos traficantes que se aproximam de parâmetros de ações terroristas. As autoridades apontam a designação de certas gangues como organizações terroristas para justificar ações militares no combate a drogas, sob uma lente de segurança interna.
Asylum fatigue descreve o cansaço público com fluxos migratórios, especialmente em países da Europa e do Reino Unido. Autoridades enfatizam atrasos e custos do sistema de asilo, citando impactos econômicos e sociais. O tema alimenta debates sobre políticas migratórias e responsabilidade internacional.
Persistent objector é outro termo em evidência, relacionado a Estados que resistem a regras de direito internacional durante a formação de normas. A discussão ganhou força após decisões americanas sobre mineração em águas internacionais, mesmo sem ratificação plena de tratados como UNCLOS, alimentando questionamentos sobre o papel do país no direito do mar.
Por fim, a noção de supply chain sovereignty ganha força como prioridade política. A depender de interrupções globais, países buscam assegurar cadeias produtivas estratégicas, reduzindo vulnerabilidades em setores críticos de saúde e indústria. O tema reforça a tendência de desglobalização gradual e redirecionamento de alianças.
Em resumo, 2025 trouxe termos que ajudam a entender a evolução da geopolítica. A expectativa é de que novas definições ganhem relevância em análises e estratégias para 2026, com foco na redução de riscos e na reorganização de blocos de poder.
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