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Rei Charles III e William visitam EUA em 2026 para revitalizar acordo comercial

Rei Charles III e o príncipe William realizarão visitas separadas aos EUA em 2026 para revitalizar acordo comercial pausado; primeira incursão de monarca reinante desde 2007

King Charles III and the Prince of Wales. A British monarch has not visited the US since Elizabeth II in 2007.
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  • O rei Charles III e o príncipe William devem viajar aos EUA em 2026, separadamente, para revitalizar o acordo comercial com os Estados Unidos.
  • Charles pode visitar em abril, segundo o Times, e William deve ir durante a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos EUA, Canadá e México.
  • A viagem seria a primeira de um monarca reinante aos EUA desde 2007.
  • O acordo de treze bilhões de libras em investimentos de Microsoft e Google foi colocado em pausa pelo governo americano devido a desacordos sobre barreiras comerciais.
  • O governo britânico pode ser representado pela secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, e a visita pode ocorrer perto do Dia da Independência dos EUA, em 4 de julho.

King Charles III e o Príncipe William devem realizar visitas separadas aos Estados Unidos em 2026, com o objetivo de revitalizar um acordo comercial que foi pausado pelo governo americano. O acordo, de cerca de 31 bilhões de libras, envolve investimentos de Microsoft e Google no Reino Unido e negociações entre Londres e Washington.

Fontes apontam que Charles pode viajar aos EUA em abril de 2026, em uma visita ainda em estágio avançado de planejamento. William deve fazer uma segunda viagem durante a Copa do Mundo de 2026, organizara por EUA, Canadá e México. Será a primeira com reinado ativo desde 2007.

O papel da secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, é destacado como provável representante do governo em solo americano, já que o primeiro-ministro não deve acompanhar o monarca. A coincidência com o Dia da Independência americano também é mencionada, dependendo de agendas.

Contexto do acordo comercial

O acordo de 31 bilhões de libras foi anunciado durante a visita de Estado de Trump e promovido por Keir Starmer como um marco nas relações transatlânticas. O texto previa investimentos de Microsoft (cerca de 22 bilhões de libras) e Google (cerca de 5 bilhões).

Washington suspendeu a implementação do acordo, citando falta de avanço do Reino Unido na redução de barreiras comerciais em outras áreas. O hiato ocorreu após críticas de setores de tecnologia dos EUA e disputas sobre itens como imposto de serviços digitais.

Entre os pontos de atrito estão a tributação digital britânica e o acesso de produtores norte-americanos ao mercado britânico. As negociações envolvem ainda controvérsias sobre tarifas e salvaguardas para setores sensíveis.

A expectativa é que as visitas sirvam para reacender o diálogo e consolidar esforços para ampliar um possível acordo comercial mais amplo, sem prorrogações de tarifas. As negociações continuam sob revisão entre as partes.

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