- A China afirmou que é contrária a qualquer tentativa de dividir territórios da Somália e reiterou apoio à soberania, unidade e integridade territorial do país.
- A portaria de Relações Exteriores chinesa pediu que a Somalilândia pare com atividades separatistas e com qualquer aliança com forças externas.
- A declaração foi feita pelo porta-voz Lin Jian em uma coletiva de imprensa em Pequim.
- Israel tornou-se o primeiro país a reconhecer formalmente a Somalilândia como estado independente, buscando cooperação em agricultura, saúde, tecnologia e economia.
- A notícia cita a data de divulgação de Pequim de 29 de dezembro, com referência a eventos ocorridos recentemente na região.
China se posiciona contra qualquer tentativa de separação de territórios na Somália e reafirma apoio à soberania, à unidade e à integridade territorial do país africano. A declaração foi feita nesta segunda-feira pelo Ministério das Relações Exteriores.
O porta-voz Lin Jian afirmou que nenhum país deve incentivar ou sustentar forças separatistas internas em benefício próprio, pedindo aos agentes em Somalilandia que interrompam atividades separatistas e qualquer cooperação com potências externas.
Segundo a autoridade chinesa, a China defende que a Somália permaneça unida e estável, sem reconhecimento de regiões que busquem independência. A posição faz parte de uma visão diplomática voltada à integridade territorial da Somália.
Contexto recente aponta que Israel tornou-se o primeiro país a reconhecer formalmente a República de Somalilandia como estado independente, em uma decisão anunciada na última sexta-feira, com foco em cooperação em áreas como agricultura, saúde, tecnologia e economia.
A prática de reconhecimento externo de Somalilandia tem sido alvo de controvérsia internacional, gerando reações de governos que defendem o respeito às fronteiras e à soberania da Somália. O movimento de Somalilandia é visto por várias nações como um tema sensível para a estabilidade regional.
Autoridades da Somália não foram citadas diretamente na nota oficial, mas o governo do país tem reiterado a cessação de qualquer forma de secessão que possa comprometer a integridade nacional, em linguagem comum em relações internacionais.
A nota de Beijing ocorre após o anúncio de reconhecimento de Somalilandia por Israel, evento que intensificou debates sobre possíveis desdobramentos na região do Corno de África. A situação continua a evoluir, com diferentes países observando o desenrolar político.
A Reuters informou o posicionamento de Pequim, com divulgação destacando que a China busca manter relações estáveis na região, evitando envolvimento em disputas que possam colocar em risco a soberania somali.
Fonte: cobertura da Reuters, com informações de edição e envio de correspondentes.
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