- Trump diz, em entrevista ao Wall Street Journal, que toma “mais aspirina” do que o recomendado, mas afirma que sua saúde é perfeita; médicos o incentivaram a reduzir a dose, ele não aceitou, alegando ter tomado assim por 25 anos.
- O presidente americano justifica a dose alta dizendo que a aspirina ajuda a manter o sangue fino e evitar que ele fique “com sangue grosso” no coração; diz ser um pouco supersticioso.
- A conversa ocorre em meio a questionamentos sobre saúde de Trump, com foco em sinais de envelhecimento, como ocorrera com o ex-presidente Joe Biden.
- Trump descreve rotina diária de trabalho: acorda cedo na residência da Casa Branca, desce ao Escritório Oval por volta das 10h e trabalha até 19h ou 20h, pedindo menos reuniões de maior importância.
- O contato também aborda visitas a Mar-a-Lago no período de Natal e Ano Novo, uso de meias de compressão para inchaço e a afirmação de não gostar de exercícios, mantendo energia atribuída à genética.
Donald Trump afirma que toma mais aspirina do que a dosagem indicada pelos médicos, mas garante que sua “saúde é perfeita”. A declaração foi dada ao Wall Street Journal em entrevista publicada nesta semana, após questionamentos sobre o estado de saúde do 79º presidente dos Estados Unidos durante o mandato.
Segundo o seu relato, a dose elevada de aspirina o faz apresentar hematomas com facilidade. Médicos teriam recomendado reduzir a dosagem, mas ele diz manter o regime há 25 anos por convicção pessoal, afirmando ser supersticioso em relação ao medicamento.
O dirigente descreveu que a aspirina ajuda a manter o sangue mais fino, cobrindo a ideia de que sangue grosso poderia prejudicar o coração. Ele mencionou ainda que prefere o fluxo sanguíneo adequado para o funcionamento do órgão.
Rotina e avaliações de saúde
Trump detalhou que começa o dia em um escritório na residência da Casa Branca e desce para o Ovale até o fim da tarde, em horários entre 19h e 20h. Disse ter ajustado a agenda para menos reuniões, privilegiando compromissos mais relevantes.
O antigo titular do cargo também relatou ter seguido orientação de reduzir o ritmo, incluindo uma estadia de cerca de duas semanas em Mar-a-Lago, conhecido como a “casa de inverno”. A recomendação incluiu manter os olhos abertos durante eventos públicos.
A conversa também tratou de exames realizados no último check-up de saúde, em outubro. Trump reconheceu arrependimento por ter feito uma imagem avançada do coração que atraiu atenção da imprensa, embora a administração tenha dito que foi um CT scan e não MRI.
Seus médicos, incluindo o Major General Sean Barbella, indicaram que o estado de saúde dele é notável e adequado para cumprir as funções de comando. A Casa Branca divulgou uma análise em IA de um eletrocardiograma com idade cardíaca estimada em 65 anos.
Contexto e perspectivas
O discurso de saúde de Trump ocorre em meio a debates sobre fragilidade de lideranças na faixa etária correspondente. O ex-presidente costuma defender vigor e energia, atribuindo isso a fatores genéticos.
Ele disse ter tentado meias de compressão para reduzir o inchaço nas pernas, mas abriu mão delas após não gostar da sensação. Em vez disso, afirmou que caminhadas moderadas contribuíram para a melhoria.
O comentário sobre saúde foi acompanhado por relatos de agenda restrita e foco em atividades estratégicas, sem implicar avaliação de ou opinião sobre políticas públicas. A entrevista reforça a comunicação do ex-presidente sobre seu estado físico atual.
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