- O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, estendeu a “mão” ao presidente dos EUA, Donald Trump, propondo conversas sérias sobre combate ao tráfico de drogas e oferecendo acesso de empresas americanas ao petróleo venezuelano.
- Maduro disse que a Venezuela é “país irmão” dos Estados Unidos e governo amigável, citando que Trump o chamou de “presidente” numa conversa em novembro.
- As declarações foram feitas em entrevista gravada na véspera de Ano Novo e divulgada na noite de 1º de janeiro pela televisão estatal venezuelana.
- A deterioração nas relações ocorreu após recente escalada militar dos EUA no Caribe e das críticas de Trump a Maduro, que nega vínculos com o crime organizado.
- Maduro afirmou que, se houver acordo para enfrentar o tráfico de drogas, está pronto para receber investimentos dos EUA na indústria petrolífera, incluindo exemplos como a Chevron, conforme condições a combinar.
O presidente venezuelano Nicolás Maduro propôs abrir diálogo direto com os Estados Unidos para enfrentar o tráfico de drogas и oferecer acesso ao petróleo venezuelano para empresas americanas. A proposta foi feita em entrevista gravada na véspera de Ano Novo e veiculada pela TV estatal.
Maduro afirmou que a Venezuela é um país irmão dos EUA e que o governo americano deve levar a sério as negociações. A fala ocorre após recentes tensões, com Washington anunciando ações contra o regime venezuelano.
O líder venezuelano comentou sobre terem falado anteriormente, destacando o reconhecimento da autoridade dele por parte de Trump em uma conversa de novembro. A entrevista mostra Maduro numa área militar de Caracas, em tom de confiança.
No diálogo, Maduro mencionou a disposição de discutir a cooperação no combate ao tráfico de drogas e abriu a possibilidade de investimentos norte-americanos no setor de petróleo, citando exemplos como Chevron, sem detalhar condições.
Contexto internacional
A declaração surge após a intensificação da pressão dos EUA, que anunciaram ações contra alvos ligados ao regime venezuelano. Maduro negou vínculos com atividades criminosas e reiterou que as acusações visam retirar o governo para controlar recursos do país.
Perspectivas econômicas
O anúncio aponta para uma possível reaproximação econômica, com a Venezuela sinalizando disponibilidade para parcerias com investimentos dos EUA. A iniciativa depende de negociações seguidas entre as partes e de condições regulatórias de Caracas.
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