- O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou profunda preocupação com o anúncio de Israel de suspender as operações de várias ONGs internacionais na região ocupada da Palestina.
- Ele pediu a reversão da medida, conforme declaração divulgada pela ONU na sexta-feira.
- A suspensão ocorre após restrições anteriores que atrasaram a entrada de alimentos, itens médicos, higiene e abrigo em Gaza.
- Autoridades alertam que a nova medida pode agravar ainda mais a crise humanitária enfrentada pelos palestinos.
- A declaração foi transmitida pelo porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, expressou profunda preocupação com o anúncio de Israel de suspender as operações de várias organizações não governamentais internacionais no território palestino ocupado. O pedido é pela reversão da medida, segundo um comunicado divulgado na sexta-feira.
A decisão ocorre em meio a restrições anteriores que já atrasaram o envio de alimentos, assistência médica, itens de higiene e abrigo para Gaza. A suspensão adicional é vista como capaz de agravar ainda mais a crise humanitária na região, informou a ONU.
De acordo com o porta-voz Stephane Dujarric, a suspensão representa um novo obstáculo à entrega de ajuda humanitária e aumenta a fragilidade da população civil. A ONU pediu esclarecimentos sobre os impactos operacionais e as bases legais da medida.
O comunicado do secretário-geral enfatiza a necessidade de manter corredores seguros para o acesso humanitário e de evitar interrupções que comprometam a proteção de civis, principalmente vulneráveis em Gaza.
As reações internacionais devem continuar acompanhando o desenrolar da decisão. Organizações humanitárias já sinalizam dificuldades logísticas e riscos aumentados para pessoas dependentes de assistência essencial.
Contexto adicional: o anúncio foi feito após críticas a restrições anteriores e à continuidade de operações humanitárias em áreas de conflito. A ONU afirmou que o imediato redesenho das condições de acesso é crucial para evitar uma piora da situação.
Fonte: Reuters. Redação Brasil.
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