- Trump afirma estar en perfecta salud y dice haber superado tres pruebas cognitivas, tras resultados “excelentes”.
- El mandatario atribuye los hematomas en la mano derecha al consumo diario de aspirina, de 325 mg, mucho más alta que la dosis recomendada.
- Reconoce sufrir insuficiencia venosa crónica, toma rosuvastatina y ezetimibe para el colesterol, y mantiene una dieta alta en carnes rojas y frituras; dice que no hace ejercicio, aparte del golf.
- En octubre se sometió a una prueba de imagen por CT-scan en el hospital Walter Reed para descartar problemas vasculares; dice que se arrepiente de habérselo practicado.
- El caso se mantiene rodeado de dudas sobre envejecimiento y salud, con críticas de medios y comparaciones con Joe Biden; Trump continúa con agenda activa ante la prensa.
Donald Trump, presidente dos EUA, voltou a afirmar estar em “perfeita saúde” em redes sociais, mas detalhes de sua última entrevista levantam questões sobre seu estado físico e mental. O texto público contrasta com imagens de atos públicos em que ele aparece cansado ou com hematomas.
O republicano, de 79 anos, afirma que faz exames cognitivos com frequência e que tem alto desempenho nesses testes. Em comentário recente, ele critica adversários e defende que casos presidenciais devem exigir avaliações cognitivas sólidas.
Segundo o material, o entorno de Trump sustenta que ele mantém alta atividade pública, com aparições frequentes diante da imprensa. Em contraste, críticos apontam sinais de envelhecimento e menor engajamento público ao longo do primeiro ano de mandato.
O texto aponta hematomas nas mãos do presidente, especialmente na direita, atribuídos pela Casa Branca a apertos de mão frequentes. Trump diz ainda usar aspirina em dose elevada para evitar coágulos, o que poderia provocar sangramentos.
De acordo com médicos que o acompanham, Trump utiliza 325 mg de aspirina diários, enquanto recomendação comum é 81 mg. O presidente justifica o uso pela intenção de evitar “sangue espesso” no coração, segundo relatos.
Trump afirma que seus exames de imagem realizados em outubro, no Walter Reed, serviram para afastar problemas vasculares. O Washington Post descreve que o procedimento foi um CT-scan, não ressonância magnética.
Mudança de tema: saúde e estilo de vida
Relatos do perfil do New York Times mencionam sinais de envelhecimento e menor participação em atividades públicas no último ano. A peça também traz descrições de episódios de sonolência durante atos oficiais.
As declarações de Trump sobre treinamento físico divergentes da prática comum de exercícios mostram divergência entre a narrativa pública e a percepção de saúde apresentada pela imprensa.
Histórico clínico e controvérsias
O material recorda que, em mandatos anteriores, houve controvérsia sobre omissões em relatórios médicos e sobre sintomas de COVID-19. Também é citado um incidente com o anel da atual procuradora-geral durante um evento.
Trump evita atividades físicas intensas fora do golfe, descrevendo o esporte como principal opção. O magnata admite resistir a caminhadas longas e já experimentou meias de compressão para edema, sem continuidade.
O presidente sustenta que, apesar de cansaço, exames recentes demonstram boa forma física e mental. Ele ressaltou que não há nada de irregular após os procedimentos médicos realizados.
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